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DINÂMICA
Já que falamos do câmbio, vamos esclarecer o conjunto mecânico da Spin Activ: motor quatro cilindros 1.8 flex de 106/111 cv e 16,8/17,7 kgfm de torque (gasolina/etanol), combinado com a conhecida transmissão automática de seis marchas e tração dianteira. A direção é elétrica progressiva.
O desempenho da Spin Activ é regular, apropriado para o seu porte. Não espere uma performance diferenciada, pois não é essa a proposta, até porque sua estrutura não permite, por exemplo, fazer curvas com certa ousadia (a saída de traseira e inevitável).
Imagine um veículo para aquela viagem tranquila em família. É exatamente esse o perfil. Você tem aceleração e retomadas em padrões civilizados, com motor e transmissão se comunicando relativamente bem. Não adianta encher o pé no acelerador, pois só se ouvirá grito do propulsor sem a devida força proporcional.
Mas a versão aventureira entrega o barato extra das sutis modificações sofridas. As rodas de 16 polegadas, calçadas em pneus de uso misto mais largos que nas opções convencionais da Spin, proporcionaram um aumento da altura em relação ao solo de 8 mm. Some isso com acerto diferenciado de suspensão e redistribuição de peso para ter, na prática, melhor disposição para encarar estradas de terras com sinuosidades leves. Nesse momento, você se surpreende com o desempenho do carro, que não bate ou arrasta em qualquer vãozinho. As fotos que ilustram a matéria comprovam o feito dessa variante da minivan GM.