Paula Fernandes defendeu o direito de manter seu voto em segredo e disse que não pretende influenciar a escolha de ninguémReprodução Instagram

Paula Fernandes resolveu dizer uma coisa simples, mas que hoje parece quase revolucionária: o voto dela é dela! A cantora afirmou que prefere não declarar publicamente em quem vota porque considera essa uma decisão íntima e não quer influenciar ninguém. E esta coluna concorda inteiramente.
Paula ainda disse: “Na hora do meu voto, ele é meu voto. Eu tenho direito a ter o meu voto, ser algo íntimo meu que eu vou guardar para mim.” Certíssima!
Virou moda achar que artista tem obrigação de publicar candidato, número, santinho e praticamente levar o seguidor pela mão até a urna. Não tem! Artista é cidadão como qualquer outro. Pode se posicionar? Claro. Pode fazer campanha? Pode. E pode também ficar quieto.
Ela ainda lembrou que sempre foi apartidária e resumiu bem: “Eu não posso abrir mão do meu livre-arbítrio e também não posso querer interferir no do outro.”
Pronto! Onde está o absurdo?
Aliás, talvez fosse até saudável que mais gente entendesse isso. Cobrar posicionamento político de artista como se declaração de voto fosse cláusula de contrato é uma palhaçada.
Paula prefere cantar. E, sinceramente, já tem gente demais querendo cantar de galo na política.