Rio - Este ano, o Papai Noel se adiantou para Sabrina Sato. Há oito meses, ela abriu mão de uma trajetória de sucesso no ‘Pânico da Band’ e apostou todas as fichas na Record. Ganhou seu tão sonhado programa e deu um salto na carreira.
“Quando o diretor falou: ‘Gravando’, foi incrível. Estava nervosa, mas muito feliz. Vários amigos foram me assistir, minha família, meus fãs... Esse dia ficou marcado na minha vida”, lembra a apresentadora iniciante, sobre a primeira vez em que pisou num palco só seu.
Mas o fato de ter se tornado a ‘japa’ mais querida do país não a livrou das críticas. “As pessoas sempre vão ter o que criticar. Apesar de hoje eu perceber que poderia ter mudado algumas coisas, fiquei feliz com a minha estreia, e é isso o que importa para mim.
Acho que as críticas fazem parte e muitas são importantes para a evolução do programa”, reconhece ela, que admite ter ainda chão pela frente: “Acredito que evoluí como apresentadora. Eu e toda a equipe estamos empenhados em fazer do programa um sucesso. Sei que ainda tenho muito o que aprender, mas estou feliz com os resultados até agora.”
A busca desenfreada por pontos no Ibope não faz parte de sua estratégia: “Com certeza não. Entendo que um programa de TV é uma grande responsabilidade, por isso, estamos atentos aos nossos temas. Jamais ofenderia alguém em busca de audiência.”






