André Marques transforma cinzas de cachorra em diamantesReprodução / Instagram

Rio - André Marques revelou, nesta quarta-feira (22), as joias que produziu a partir das cinzas de Tora, sua cachorra que morreu em janeiro de 2025. O apresentador, de 46 anos, escolheu dois brincos de diamante e um pingente como forma de preservar a memória do animal.

Essa não foi a primeira vez que André recorreu ao procedimento. Ele contou que já havia transformado as cinzas de Gorda, outra cadela que fez parte de sua vida, em dois diamantes e um pingente.

"Quem me acompanha há bastante tempo sabe que eu encontrei uma forma muito especial de manter comigo quem marcou a minha vida. Das cinzas da Gorda nasceram dois diamantes e um pingente e carregam um significado impossível de explicar. Depois foi a vez da Tora", afirmou.

Ao recordar a trajetória da cachorra, da raça Cane Corso, o artista destacou a personalidade do animal e o vínculo que mantinha com ela.

"Ela era diferente… uma Cane Corso de pelagem mais clara, que veio da França numa época em que essa cor era bem difícil por aqui. Era meio medrosa, mas tinha um coração enorme. Foi uma mãezona, criou seus filhotes aqui em casa e, através deles, espalhou amor pela casa de muitos amigos meus", declarou.

André pediu que os diamantes tivessem um tom amarelado, semelhante à pelagem caramelo de Tora. As peças levaram alguns meses para ficar prontas e emocionaram o apresentador quando foram entregues.

Além das cinzas da cachorra, ele também encaminhou as do pai, Otto Marques, que morreu em maio de 2025, e de Banha, outro animal de estimação. O formato da homenagem a Banha ainda não foi definido, mas a peça dedicada ao pai já tem uma característica escolhida.

"A da Banha eu ainda não decidi como será. Já a do meu pai, fiz um pedido muito especial: um diamante em tom azul, em homenagem aos olhos azuis que ele tinha", contou.

O apresentador ainda ressaltou que o principal valor das joias está nas lembranças ligadas aos familiares e aos animais que fizeram parte de sua história.

"É um processo delicado, emocionante e cheio de significado. Para algumas pessoas pode parecer apenas uma joia. Para mim, é uma forma de transformar saudade em presença, de carregar comigo, todos os dias, um pedacinho de quem fez parte da minha história", concluiu.
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