Samara FelippoReprodução/Instagram

Samara Felippo, de 47 anos, reagiu às críticas de internauta sobre uso da pensão das filhas, e ironizou comentário. Fala de usuária do Instagram acusava a atriz de se apropriar do termo “mãe solo”, pois ela receberia uma soma considerável do ex-marido, o ex-jogador de basquete Leandro Barbosa, de 43.
"Solo com a pensão de um ex-profissional de basquete mundial", afirmou a internauta. 

A artista, então, respondeu de maneira irônica, afirmando utilizar o valor recebido para cuidar das filhas, Lara e Alícia, para realizar procedimentos estéticos e comprar objetos e viagens para si.

"O pessoal tira conclusão. Imagina que vou usar pensão para fazer meu solo. Era só que o me faltava. Não mesmo. A pensão eu uso para botar botox e pagar meu carrinho da Shein, o meu, porquê o delas eu compro uma calça legging preta para usar para bater, umas meias. Eu preciso pagar minhas coisas, minha viagem com as amigas, o restaurante, as bebidinhas", disse.

Ela, ainda, mencionou atrasos no pagamento da pensão. "Pagar meu solo... vê se eu vou gastar meu dinheiro da pensão com isso. Quando ela cai, né? Se não, eu me endivido nas clínicas de estética".

Em sequência, a atriz debochou dos comentários: “Vocês acham que eu pago isso aqui como? Esse gloss aqui, caríssimo? Pensão. Vocês vão ver. A gente gasta todo o dinheiro aqui, é uma fortuna. Pensão cai, e eu vou gastar essa pensão. Com criança, com filho? Não”.

Felippo utiliza as redes sociais para falar sobre a maternidade e os desafios impostos pelo papel de mãe solo. Ela cria as filhas Lara, de 13 anos, e Alícia, de 17, no Brasil, enquanto o ex-marido reside nos Estados Unidos. A atriz e o jogador de basquete foram casados por cinco anos, entre 2008 e 2013, e após a separação entraram em disputa judicial pela partilha de bens e guarda das filhas.

Em publicações anteriores, ela já discorreu diversas vezes sobre a temática, “Somos as mães possíveis. Não temos que aguentar tudo. E está tudo bem! Podemos sim reclamar, não gostar do que não gostamos. Podemos sentir prazer. Podemos e devemos. Que a maternidade seja cada vez mais uma escolha lúcida e consciente de que a jornada é caótica, é perder nossa identidade por um período, dedicação total, amor que transborda e colher o melhor que podemos no futuro com eles”, disse.
*Reportagem da estagiária Isabela Bitencourt, sob supervisão de Leticia Pessoa