Suel revisita clássicos no audiovisual ’Ainda Mais 2002’Divulgação/Gizelle Boechat

Suel comemora o lançamento do audiovisual "Ainda Mais 2002", novo projeto em que retoma canções que marcaram sua trajetória e que ficaram de fora do primeiro trabalho, "De Volta para 2002". Na segunda parte, o artista aposta em escolhas mais pessoais e afetivas, reunindo músicas que fizeram parte de sua formação e que representam um lado menos conhecido do público.
"No primeiro projeto ficaram de fora algumas músicas que eu amo. Então, em Ainda Mais 2002, eu trago esse repertório mais pessoal, com canções que fizeram parte da minha história e que eu sempre tive vontade de cantar. É um pouco mais do meu lado B", afirma. 
Segundo o artista, a ideia é apresentar um repertório mais íntimo com faixas que carregam uma importância especial. "São músicas que talvez não sejam as mais lembradas daquela época, mas que têm um significado enorme para mim. Elas fizeram parte da minha vida e da minha formação, então cantar essas canções é revisitar muita coisa boa e dividir um pedacinho da minha história com o público".
Para escolha do repertório de "Ainda Mais 2002", Suel buscou canções que continuaram presentes em sua memória. "Pensei nas músicas que ficaram de fora do primeiro projeto, mas que ainda tinha muita vontade de cantar. Fui lembrando das que fizeram parte da minha história, que me emocionam e que têm tudo a ver com aquele período. Escolhi com muito carinho e pensando também em músicas que pudessem tocar o público", conta. 
O cantor acredita que o projeto também pode aproximar a geração mais recente. "Quem viveu aquela época vai poder matar a saudade e lembrar de momentos especiais, e quem é mais novo pode descobrir músicas que talvez ainda não conhecesse. Acho muito legal poder juntar essas gerações e ver que essas canções continuam emocionando tanta gente". 
Antes de "Ainda Mais 2002", o artista vinha trabalhando no projeto "Pôr do Suel". A próxima edição está marcada para 7 de novembro, na Ilha Itanhangá, Barra da Tijuca, Zona Sudoeste. "O Pôr do Suel continua muito vivo e é um projeto muito especial para mim. Ele deixa a gente mais perto do público", diz.
"Cada edição acaba tendo uma energia diferente e também me ensina muito sobre essa troca com os fãs. É um lugar onde revisitamos músicas, experimentamos coisas diferentes e vivemos momentos especiais", completa. 

Festival 

Além dos projetos musicais, Suel também estreou no Rock in Rio com uma apresentação no Espaço Favela, no dia 13 de setembro. O cantor destacou a importância de ocupar um palco dedicado à valorização da produção artística das comunidades e à visibilidade de talentos periféricos. 
"Foi a realização de um sonho. Estar no Rock in Rio pela primeira vez já seria especial, mas cantar no Espaço Favela deixou tudo ainda mais marcante. É um palco cheio de histórias e talentos. Poder levar meu trabalho para lá, encontrar meus corujas e cantar para um público tão diverso foi uma experiência que vou guardar com muito carinho", declara. 
O cantor analisa o significado de ocupar esse espaço no maior festival de música do país. "Acho fundamental. Tem muito talento e muita história nas comunidades, e o Espaço Favela ajuda a mostrar essa força para ainda mais gente. É muito importante ter um palco que valoriza essa diversidade e dá visibilidade a tantos artistas e culturas que fazem parte do Brasil", celebra.