Karina Bacchi comemorou o aniversário de 50 anos com um festão em São Paulo, nesta segunda-feira (19). A atriz reuniu familiares e amigos, incluindo famosos. Para a ocasião, a anfitriã apostou em um vestido longo e rosa claro, combinando com a decoração.
A feste seguiu a mesma paleta de cor - e detalhes em dourado - e teve direito a flores, bexigas, muitos docinhos e dois bolos. A celebração também marcou o lançamento da revista da atriz, do segmento evangélico. Alguns exemplares da primeira edição foram colocados em um expositor, Ela se converteu a religião em 2020 e costuma falar sobre a fé.
A modelo Júlia Pereira, as atrizes Monica Carvalho e Mariana Kupfer, Viviane Brunieri, conhecida como ex-Ronaldinha, e a ex-tiazinha, Suzana Alves, marcaram presença na festa. Pais de Karina, Ítalo e Nádia Bacchi posaram abraçadinhos com a filha.
Conversão
Em julho do ano passado, Karina comparou as roupas que usava antes e depois de se tornar evangélica. Ela se batizou dois anos após entrar para a igreja. "Jesus mudou a minha vida e trocou as minhas vestes. Fui criada como uma princesa — cercada de cuidado, ensinamentos e valores. Mas com o tempo, o mundo foi me atraindo. De forma sutil, e mesmo sem admitir para mim mesma, comecei a ser seduzida pelos padrões de beleza, sucesso e admiração que a sociedade impõe", contou ela, na ocasião.
Karina explicou que a busca pela aceitação alheia a distanciou dos ensinamentos cristãos. "Passei a buscar aprovação nos olhares, nos elogios, nos aplausos. Queria agradar meu namorado, me destacar no meio profissional, conquistar espaço na moda e na TV. Aos poucos, fui me afastando da essência que Deus colocou em mim. Sem perceber, fui me tornando uma versão distorcida do que Ele sonhou para mim."
A loira comentou o arrependimento pela maneira que se vestia, mas garantiu que não sente culpa. "Jesus não apenas me perdoou, Ele me curou e me devolveu dignidade. Aprendi, com o tempo e com o olhar da obediência, que me vestir com decência, elegância e suavidade não é um fardo, é liberdade. É leveza. É paz. Hoje, me sinto completa não por causa da roupa, mas porque a presença de Deus me trouxe de volta à minha verdadeira identidade. Não é o que visto que me define, mas quem me veste: o Espírito Santo", disse.
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