Leandra Leal durante o 'Sem Censura', da TV BrasilReprodução de vídeo
Leandra Leal expõe vontade de fazer filme das Empreguetes: 'Adoraria'
Em entrevista ao 'Sem Censura', atriz relembra sucesso das personagens da novela 'Cheias de Charme' (2012), da TV Globo
Rio - Leandra Leal falou sobre a vontade de fazer um filme das "Empreguetes", personagens icônicas da novela "Cheias de Charme" (2012), durante o "Sem Censura", da TV Brasil, exibido nesta terça-feira (4). O folhetim contava a história das empregadas Maria da Penha (Taís Araujo), Maria do Rosário (Leandra Leal) e Maria Aparecida (Isabelle Drummond), que se tornaram um fenômeno da música.
"Eu gostaria muito que fizessem um filme das Empreguetes. Adoraria voltar a fazer empreguete, fazer show. Adoro, acho divertidíssimo falar: 'e aí, Rio de Janeiro'. Adoro. Era maravilhoso. Eu amei as Empreguetes. Foi (um fenômeno), impressionante", disse Leandra, que citou atual trabalho com Isabelle Drummond em "Coração Acelerado", após mais de dez anos. "Muito legal."
Leandra comentou ainda que as pessoas acham que ela é cantora. "Me chamam muito para fazer coisa musical. Já fiz Bebel Gilberto, e eu sempre ralo para caramba... Já tive que aprender a tocar violão em um mês. Eu adoro, acho a música uma expressão maravilhosa, mas não é algo que eu tenha a maior facilidade."
Em outro momento da entrevista, Leandra opinou sobre os padrões estéticos. "Uma coisa que a gente não pode ser modelo para ninguém. Que a gente inspire, mas não seja modelo. Acho que (esse padrão) já foi mais cruel. Não sei se sou eu que envelheci e estou vendo isso de outra forma. Na minha adolescência, era bem angustiante... De alguns anos para cá só que eu comecei algum trabalho sem alguém pedir para eu emagrecer", afirmou.
"Demorei muito tempo para me sentir bem comigo mesma, com o meu corpo. Foi um processo longo de terapia, de me aceitar e ser feliz. Foi uma coisa que a pandemia me trouxe, eu desenvolvi uma gratidão por estar viva... Foi muito doido, porque eu me permiti engordar, coisa que eu nunca me permitia... Falei assim: 'cara, é o corpo que tenho, que sou feliz, que me dá prazer, vida, tudo. Depois, ainda gerei uma criança'. Pandemia e gravidez foram um processo de cura muito bom pra mim. Mas é uma pressão, e agora com as canetas emagrecedoras é uma coisa louca. Estamos vivendo um retrocesso", complementou.