Preta, preta, pretinha

Dona de um dos blocos mais bombados da cidade e criada entre Rio e Salvador, cantora se vê como especialista em Carnaval. "Sou PHD na folia", diz

Por Juliana Pimenta

Se tem uma coisa que baianos e cariocas têm em comum é o amor pelo Carnaval. Agora imagina ser um pouquinho baiano e um pouquinho carioca. Esse é o caso de Preta Gil, nascida no Rio, mas criada boa parte da vida em Salvador. Aos 45 anos e responsável por um dos blocos mais populares da cidade, Preta espera que o desfile de hoje (às 9h, na Avenida Presidente Antônio Carlos, no Centro) repita o sucesso dos anos anteriores.

"Sou grata a essa história e ao público que o fez assim, o Bloco da Preta é como um filho que você viu crescer e te dá orgulho. Lembro quando ele ainda era apenas um sonho. A sensação a cada ano é que temos um dever de fazer uma multidão de gente mais feliz e se respeitar. Nosso bloco é uma extensão dos meus fãs e do que penso sobre o mundo. A cada ano, a gente renova nossos laços e a esperança naquilo que a gente acredita ser o Carnaval", defende a cantora, que conta um pouco sobre o desfile de hoje.

"Posso dizer que este ano o nosso tema será 'Mulheres Que Inspiram' e pedi que a corte do bloco e os fãs vistam algo que remeta a mulheres inspiradoras. Vou cantar 'O Abre Alas' e homenagear a Chiquinha Gonzaga com representantes de diversos blocos de mulheres do Rio", conta Preta, que se esquiva de dar spoilers.

Uma assinatura que vale muito

Contribua para mantermos um jornalismo profissional, combatendo às fake news e trazendo informações importantes para você formar a sua opinião. Somente com a sua ajuda poderemos continuar produzindo a maior e melhor cobertura sobre tudo o que acontece no nosso Rio de Janeiro.

Assine O Dia

Comentários