Filha de Alê Oliveira caiu de uma tirolesa no MineirãoReprodução

Após o acidente com uma adolescente no último dia 12, a tirolesa foi suspensa e não está mais na lista de atrações para os visitantes do estádio do Mineirão, em Belo Horizonte. Apesar da perícia constatar que foi um erro humano na operação do equipamento, a Minas Arena decidiu encerrar a atração. 
"A Polícia Civil já se manifestou que vai abrir inquérito de apuração, e nós vamos aguardar o resultado. Nossa perícia técnica, que foi contratada logo depois do acidente, detectou uma falha humana na operação. Todos os equipamentos estavam intactos, mas a gente precisa aguardar a investigação da polícia. A tirolesa não volta mais para o estádio do Mineirão", disse Samuel Lloyd, diretor da Minas Arena. 
A vítima do acidente foi a adolescente Maria Luiza, de 14 anos, filha do comentarista Alê Oliveira. Após a queda, a jovem recebeu atendimento médico no Mineirão e foi encaminhada para o Hospital João XXIII. Ela foi diagnosticada com escoriações leves sem fratura e liberada no mesmo dia. 
"A gente lamenta muito o ocorrido. As pessoas olham para a marca Mineirão e enxergam uma operação segura e confiável, por isso as pessoas escolhem o Mineirão para seus jogos e eventos. Nossa primeira preocupação foi com a saúde da pessoa", afirmou Samuel.
"Hoje sabemos que está melhor, e felizmente não sofreu nada muito grave do ponto de vista físico. Com certeza, do ponto de vista emocional, existe. Nós oferecemos apoio psicológico para a família, não só para a acidentada", completou. 
A perícia contratada pela Minas Arena identificou erro humano na operação do instrumento. Não foram encontrados problemas com os equipamentos da estrutura da tirolesa. A operação da tirolesa era realizada pela empresa Nerea. A Polícia Civil ainda vai investigar o ocorrido. 
A tirolesa do Mineirão é realizada em um trajeto de 220 metros, ligando o anel superior ao campo. A tirolesa parte de uma altura de 35 metros e pode atingir entre 20 e 45 km/h. Maria Luiza caiu ainda no início do trajeto. No mesmo dia, foi registrado um Boletim de Ocorrência e o funcionário admitiu o erro.