Gianni Infantino é o atual presidente da FifaAFP
Em vídeo publicado por Domínguez nas redes sociais, ele apareceu junto a Infantino e ao prefeito de Barranquilla, Alejandro Char Chaljub. Eles estavam em Cali para a posse presidencial do ultradireitista Abelardo de la Espriella.
"Um encontro para conversar, trocar ideias e continuar fortalecendo os laços que nos unem por meio do futebol", escreveu Domínguez.
En el marco de la asunción presidencial de Abelardo de la Espriella en Cali, compartimos un grato almuerzo junto a Gianni Infantino, Ramón Jesurún y Alejandro Char.
— Alejandro Domínguez (@agdws) August 7, 2026
Un encuentro para conversar, intercambiar ideas y seguir fortaleciendo los lazos que nos unen a través del fútbol. pic.twitter.com/heyMmbdVca
Antes, Infantino havia sido recebido na Colômbia pelo presidente da federação local, Ramón Jesurún. O presidente da Fifa cumpriu agenda junto a Jerusún em um campeonato de crianças.
Ele aproveitou para fazer uma fala em que pregou união pelo futebol, em meio à crise na Fifa. "Uma felicidade estar aqui hoje. O futebol é alegria, felicidade, unidade", disse o ítalo-suíço
Depois do anúncio do plano de criar uma empresa para receber investimentos privados, o mundo do futebol vive em ebulição. A Uefa, que já se articulava como antagonista de Infantino, prevê boicotes e ganha apoio da Concacaf. As duas confederações são críticas da ideia de vender participações nos torneios da Fifa.
Entretanto, Infantino manteve o respaldo da Confederação Africana (CAF) e da Conmebol. As duas entidades reiteraram o apoio após um recuo da Fifa, com um pedido de desculpas não pelo projeto, mas pela maneira como ele foi apresentado, "sem participação das associações".
Além da manifestação da Conmebol, Argentina e Paraguai fizeram suas próprias manifestações em favor de Infantino. O argentino Chiqui Tapia é aliado do ítalo-suíço. Já a associação paraguaia é berço de Alejandro Domínguez.
Ainda que a Concacaf repudie Infantino e articule o canadense Victor Montagliani como candidato para a eleição de março de 2027, a Federação Mexicana de Futebol destoou. Os mexicanos manifestaram apoio a Infantino.
ENTENDA COMO O PLANO DA FFE NAUFRAGOU
Outro ponto que causou desprezo à FFE é a influência dos Estados Unidos na proposta. Segundo o Financial Times, isso foi motivo de receio para investidores. O presidente americano negou ter conversado com Infantino sobre o tema.
A repercussão negativa levou à desistência do plano. Após o fracasso de sua controversa proposta, Infantino teve sua imagem desgastada e perdeu apoio para a eleição de 2027. A ideia de pautar a destituição do presidente chegou a ser ventilada.
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