Gianni Infantino, atual presidente da FIFAFabrice Coffrini / AFP
O posicionamento de americanos e canadenses diverge da postura do México, terceiro coanfitrião do último Mundial, que apoiou Infantino.
US Soccer, Canada Soccer, União de Futebol do Caribe (CFU) e União Centro-Americana de Futebol (Uncaf) declararam que "se uniram aos colegas de todo o mundo para exigir uma mudança significativa para reforçar a governança, a transparência e a prestação de contas da Fifa".
No sábado, a Fifa se manifestou afirmando que existe "um esforço orquestrado e contínuo por parte de alguns para minar" a entidade e Infantino. Mas o dirigente ítalo-suíço voltou a ser alvo de críticas nesta segunda-feira, quando uma carta conjunta da Uefa, Concacaf e AFC declarou que o futebol "não pertence a nenhum indivíduo".
"A liderança no futebol não é uma posse. Não se trata de deter — ou exigir — o poder para si próprio", afirmam as confederações. As publicações nas redes sociais da US Soccer e da Canada Soccer incluíam um link para a carta conjunta.

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