Internacional enfrenta problemas na Justiça por pagamento a empresárioDivulgação / Internacional
O agente afirma que estabeleceu, em 1º de abril de 2019, um termo de pagamento de comissão no valor de R$ 125 mil, dividido em 10 parcelas de R$ 12,5 mil referentes a metas, atingidas pelo defensor em junho de 2020, ativando a cláusula de pagamento.
No entanto, o Internacional pagou apenas quatro parcelas. Então, o clube acordou com Tiago um termo de renegociação, deixando a dívida restante em R$ 85 mil, dividida em três parcelas de R$ 28.333,33. O empresário afirmou, no entanto, que os gaúchos pagaram apenas duas parcelas; a terceira venceu em 30 de novembro de 2025.
Na sua defesa, o Internacional ofereceu um trator agrícola da montadora americana John Deere, avaliado em R$ 80.488,00. O time ainda argumenta que as quitações estavam atreladas à emissão de notas fiscais por Tiago, através de sua empresa. Conforme o clube, isso não foi feito para a terceira parcela, o que teria descumprido a obrigação contratual.
O agente negou a proposta do trator na última terça-feira (11), ressaltando o artigo 835 do Código de Processo Civil, que prevê o dinheiro como maneira preferencial de penhora. Tiago também afirmou que enviou a nota fiscal cobrada pela equipe gaúcha.

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