Aleksander Ceferin e Gianni InfantinoOdd Andersen / AFP
Desde o anúncio da criação de um plano da Fifa considerado uma venda da Copa do Mundo e de direitos do futebol por transferir capital para investidores privados, Infantino sofre crescente pressão para renunciar ao cargo. A repercussão negativa o fez voltar atrás, mas três confederações continentais o acusaram de "engano". Desde então, a Uefa, entidade máxima do futebol europeu, vem ameaçando boicotar as competições da Fifa.
"E a segunda opção é que ele concorra às eleições em março, mas nesse caso, acho que ele terá um candidato contra ele. Ainda não sei quem", continuou Ceferin, descartando participar do pleito.
Infantino dirige a Fifa desde 2016 e, até a reação negativa às suas propostas, parecia certo que seria reeleito sem oposição no próximo ano, em Marrocos. A entidade estabeleceu o prazo de 18 de novembro para que os candidatos da oposição apresentem suas candidaturas.
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