Dirigente do Botafogo, Carlos Augusto Montenegro - Vitor Silva/Botafogo
Dirigente do Botafogo, Carlos Augusto MontenegroVitor Silva/Botafogo
Por Lance
Rio - Vibrações positivas cercam o Botafogo. Em áudio, Carlos Augusto Montenegro, membro do Comitê Executivo de Futebol, deu detalhes sobre a Botafogo S/A e afirmou que o projeto de profissionalização do departamento de futebol do Alvinegro está na parte final.

"Ultimamente estou bem otimista. Está chegando (a Botafogo S/A), está vindo e eu acho que a gente vai conseguir isso em mais uns 40 dias, por aí. Estamos em uma fase de burocracia. A parte do dinheiro está andando. Falo isso para entenderem as coisas", afirmou.

O dirigente fez questão de afirmar que o panorama do Botafogo não vai mudar de um dia para o outro com a chegada da S/A. O plano, de acordo com o Montenegro, é arrumar o clube financeiramente a curto prazo para, em médio prazo, competir a nível continental.

"É outra vida. Todas essas figurinhas carimbadas que uns gostam e outras não gostam, Montenegro, Cláudio Good, Rotenberg, Renha, vão embora. Vão ser outros gestores, outras pessoas. Mas, mais importante que isso, é que a S/A acerta a grana. Acaba com as penhoras, salários em dia etc. Mas não pensem que vão ser 15 minutos de transformação. A gente vai começar a arrumar a casa para em 2, 3 anos começar a disputar a Libertadores", esclareceu.
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Montenegro comentou sobre as recentes investidas do Botafogo em jogadores consolidados mundialmente. Apesar do desfecho negativo com Yaya Touré, o dirigente fez questão de ressaltar o sucesso envolvendo a chegada de Keisuke Honda ao Alvinegro.

"O Ricardo (Rotenberg) começou esse movimento (de buscar craques) com o Honda e deu muito certo. É um grande profissional, seríssimo. Arrecadamos R$ 6 milhões de sócio-torcedor, pagou o Honda o ano todo e ainda sobrou dinheiro para algumas despesas. Financeiramente, foi legal. Além disso, ele é um p* profissional. Não quis viajar para o Japão para ficar na pandemia junto com a família, está aqui, treinando, ralando... O cara falou que não precisava pagar o mês de março porque ele só jogou um jogo, já imaginou isso? Ainda perguntou se a gente precisa de ajuda. É outra cultura", analisou.
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