Vitinho em treino do BotafogoVítor Silva/Botafogo

Rio - Vitinho acredita que pode fazer ainda mais pelo Botafogo em 2025. Na entrevista que concedeu à "Botafogo TV", o lateral-direito admitiu que esperava se adaptar mais rápido quando chegou, em agosto de 2024, mas viu uma melhora na reta final de temporada. Ele ainda citou a atuação que teve na final da Libertadores para avisar que "isso foi só o começo".
"Para ser bem sincero, eu esperava que a minha adaptação seria mais rápida, mas pelo tempo que passei fora - foram seis anos -, tive um pouco de dificuldade, principalmente com o clima no Brasil. Estava jogando no frio e vim jogar no calor. Muda muita coisa, mas graças a Deus no final já estava bem melhor. Já estava mais adaptado ao clima, ao grupo, ao estilo de jogo", disse Vitinho.
"Esse ano vou pode fazer pré-temporada com o grupo. Vai ser muito importante para mim. A expectativa para esse ano é entregar tudo que o Botafogo espera de mim. Creio que posso fazer mais pelo Botafogo. Muitos viram o jogo que eu fiz na final da Libertadores, fui dos melhores em campo. Isso foi só o começo. Tenho certeza que o ano de 2025 vai ser muito melhor, não só para mim, mas para todos nós. Esperamos estar disputando tudo que vamos jogar, todos os campeonatos", completou.
Na entrevista desta sexta-feira (17), ele ainda revelou bastidores da final da Libertadores 2024. Vitinho contou como o discurso de Marlon Freitas inspirou o grupo após a expulsão de Gregore, logo no início do primeiro tempo. Mesmo com um a menos, o Botafogo venceu o Atlético-MG por 3 a 1 e sagrou-se campeão.
"O jogo mais importante que joguei. Foi bem difícil na hora que teve a expulsão, não planejávamos isso. A gente teve que mudar a estratégia de jogo. As palavras do Marlon foram muito importantes. Ele falou que isso era Botafogo, seria difícil mesmo. A gente estava ali porque fomos escolhidos para estar ali. Isso nos inspirou, nos deu mais gás. Não só o Marlon, mas o Gregore também. Todo mundo sabe o que ele fez pelo Botafogo e pelo grupo o ano inteiro. A gente não poderia deixar ele na mão", contou o lateral-direito.