Comemoração dos jogadores do Botafogo depois do título da Libertadores de 2024Vítor Silva / Botafogo
“Ali perdemos uma grande oportunidade. É o que mais me dói com a camisa do Galo. Parecia que tinha um caixão no meio do vestiário. Já fui em velório, sabemos a sensação, e ali foi a mesma sensação como se tivesse perdido um ente querido”, disse o arqueiro, em entrevista ao ‘Charla Podcast’.
“Vestiário todo silencioso, tendo que esperar uma hora e meia para sair do estádio. Ninguém conseguiu olhar no olho um do outro, de tristeza e de vergonha”, complementou.
Mesmo com um a mais, o Galo não soube se impor no confronto: “Vergonha por não ter conseguido conquistar o título numa situação que foi benéfica para nós. Pior dia da minha vida”.
Aquele ano marcou momentos totalmente diferentes para Botafogo e Atlético-MG. O Glorioso, além de ganhar a Libertadores, levantou o troféu do Campeonato Brasileiro. Já o Galo, que ficou em segundo no torneio continental, também amargou o vice da Copa do Brasil, para o Flamengo.
Como foi Atlético-MG 1x3 Botafogo
Luiz Henrique abriu o placar aos 35 minutos do primeiro tempo. Depois, sofreu um pênalti, convertido por Alex Telles. Na volta do intervalo, o Galo diminuiu com Vargas, de cabeça, e pressionou. Sob o comando de Artur Jorge, o Alvinegro segurou o rival e Júnior Santos ampliou no último lance, para selar o título histórico.

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