Entrevista coletiva do técnico Carlo AncelottiDarrian Traynor / Getty Images North America / Getty Images via AFP

Estados Unidos - O técnico Carlo Ancelotti projetou a partida ente Brasil e Marrocos, válida pela Copa do Mundo de 2026. Em entrevista coletiva nesta sexta-feira (12), ele elogiou a seleção africana e reforçou que a Amarelinha precisa fazer "um jogo completo em todos os aspectos".
"É uma equipe muito bem organizada, que tem qualidade em todos os aspectos. Temos que fazer um jogo completo em todos os aspectos. No futebol moderno, não tem equipe pequena. Marrocos é uma das melhores equipes da África, muito bem preparada e forte".
Brasil e Marrocos vão medir forças neste sábado (13), a partir das 19h (de Brasília), em Nova Jersey. A partida é valida pela primeira rodada do Grupo C da Copa do Mundo.
"É uma experiência nova, é algo especial obviamente, ter a responsabilidade e a honra de representar o país do futebol, a seleção mais laureada do mundo. Duas coisas: responsabilidade e honra. Eu quero aproveitar esse momento com alegria e felicidade porque é muito bonito da minha história".

Veja mais declarações de Ancelotti

MENOS POSSE DE BOLA CONTRA O MARROCOS?
"A posse de bola é um aspecto importante do jogo, não é o mais importante. Se falamos de estatísticas, o mais importante são os gols marcados e sofridos. A ideia é ter o controle de jogo com bola e de ser forte também quando não a temos. Terá momentos no jogo em que não teremos a bola, temos que estar compactos, porque todos os rivais, e Marrocos igualmente, são equipes que têm qualidade, podem criar problemas se não está preparado em todos os aspectos do jogo".
QUE CARA TEM ESSE BRASIL?
"Uma equipe que pode competir com todos, estamos convencidos que podemos competir com todas as equipes do mundo. Uma equipe que tem qualidade a nível técnico, a nível de caráter, a nível de experiência. Então, temos a confiança absoluta de que podemos competir com todo mundo".
CORTE DE WESLEY E CONVOCAÇÃO DE ÉDERSON
"Cortar um jogador é um aspecto do meu trabalho que não gosto de fazer, porque é muito triste, mas não havia outra solução. Ele teve uma lesão bastante seria, não conseguiria recuperar nesta Copa do Mundo. Encontramos Éderson porque a dúvida também ao escolher os 26 era se chamava nove defensores ou oito e chamar seis meias. Escolhemos nove defensores. Acho que a posição de Danilo e Ibañez nos dá confiança nessa posição, preferimos adiantar um meia mais, que é Éderson, que fez a última parte da temporada muito bem".