Glenda Kozlowski, em vídeo publicado nesta terça-feira (3) e repostado por Filipe LuísReprodução / Instagram
"Na história e no futebol, traições nem sempre nascem da falta de lealdade. Nascem da pressão, da fofoca, do barulho. Impérios não acabam apenas por inimigos externos, mas pelo medo interno de desagradar plateias inquietas. A multidão é volúvel, a política, impaciente", afirma Glenda.
Glenda também disse que no futebol e em clubes de massa, como o Flamengo, "a lógica raramente é a da construção, e sim a da combustão".
"Quando o barulho externo cresce, a fidelidade interna vacila, e alguém precisa pagar a conta dessa ansiedade coletiva. História antiga. Corta-se o leal para acalmar o rumor. Demite-se no silêncio da noite para conter o grito do dia. E pressão, quando mal administrada, também transforma aliados em descartáveis", refletiu.
Ela também lembrou das conquistas do ex-técnico do Flamengo. "A gente sabe que a pressão passa, que a gritaria é silenciada, e o que fica mesmo é a história. E aí, não tem como demitir o Filipe Luís. O nome dele ecoa na sala de troféus do Flamengo para sempre, queiram ou não queiram, e essa é justamente a beleza do esporte."

Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor.