Rio — O centroavante Rodrigo Castillo, do Fluminense, avaliou as principais diferenças entre o futebol argentino e brasileiro. Ele estreou pelo Tricolor no último dia 12 de março, e há um mês no clube, afirmou que os passes curtos são a maior dificuldade em relação ao estilo de jogo nos países.
"O mais difícil é o tempo todo passe curto, entender esse jogo como se joga. Na Argentina, quando se chega no quarto final já vem o cruzamento. Aqui não, se busca o passe curto para chegar com mais clareza. O nove tem que ter paciência nesse sentido e encontrar o momento certo para fazer a diagonal ou aproveitar o cruzamento", disse, em entrevista ao "ge".
O jogador de 28 anos custou 10 milhões de dólares (R$ 51,7 milhões na cotação atual), tornando-se a contratação mais cara da história do Fluminense. Castillo, no entanto, garante que o rótulo não o pressiona.
"Não me preocupo com isso, de ficar pensando sobre. Sei que é uma responsabilidade e um orgulho. Significa que vinha fazendo as coisas bem e por isso me contrataram. Depois é mostrar em campo porque pagaram esse valor por mim."
O atleta ainda falou da lembrança que guarda diariamente de seu pai, Miguel. "É meu ídolo na vida. Me ensinou todas as coisas. A ser uma boa pessoa sobretudo. Foi meu guia no que é a vida e ser uma boa pessoa. Chegou a me ver jogar até os 18 anos", lembrou.
Castillo pode fazer sua estreia na Libertadores nesta quarta-feira (15), contra o Independiente Rivadavia, às 21h30.
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