Luis Zubeldía em clássico contra o Botafogo, no estádio Nilton SantosMarcelo Gonçalves / Fluminense

Rio — O técnico Luis Zubeldía, do Fluminense, explicou as alterações que fez no empate com o Botafogo em 1 a 1, na noite deste sábado (8), pelo Campeonato Brasileiro. Após uma primeira etapa abaixo, o Tricolor dominou as ações no início do segundo tempo, mas viu seu desempenho cair novamente após as saídas de Ganso e Serna, aos 25 minutos.

"Me parece que já haviam feito um grande trabalho, como Paulo, que havíamos analisado que estava para sair. E o Serna, consideramos que não podíamos seguir com o mesmo nível. Era impossível manter o nível. Teríamos que fazer mudanças graduais. Fizemos esforços por 20 ou 25 minutos. Não nos acomodamos bem, é verdade. Mas gradualmente coloquei pessoas do banco que poderiam ter resolvido a partida. Soteldo fez uma partidaça, Ganso também, Serna, mas não conseguimos arrematar."
O treinador também falou sobre a opção de tirar Castillo no final da partida para colocar Hulk. "Castillo é uma referência de área, um 9. Se Botafogo encaixa bem a pressão alta, precisava sair pelo alto para o ataque, o que aconteceu nos últimos 10 minutos, porque você está um pouco cansado para circular a bola atrás. Minha ideia era manter Castillo o maior tempo possível por isso. Para disputar uma bola lá na frente dividida. Com Hulk, poderíamos chegar ao último terço com quatro ou cinco passes."

O Fluminense volta a campo para enfrentar o Independiente Rivadavia, da Argentina, na próxima terça-feira (11), às 19h, no Maracanã, pelo jogo de ida das oitavas de final da Copa Libertadores.