Guga em ação durante treino do Fluminense, no CT Carlos CastilhoLucas Merçon / Fluminense F.C.
"Futebol tem dessas. Já passamos por isso em várias situações. Às vezes uma coisa não está dando certo e é necessária a mudança. Mesmo sabendo que nosso comandante era um cara importante, que tinha o carinho de todo grupo e que a gente acreditava nas ideias... Só que as coisas não vinham dando certo. A mudança de energia dentro do ambiente foi o principal fator para que a gente conseguisse mudar nesse primeiro instante", disse Guga, em entrevista coletiva nesta segunda-feira (17).
"Não vou dizer que foi mudança de trabalho porque não deu nem tempo. Já vimos várias situações que a mudança de uma comissão acaba refletindo na energia dentro do grupo. É o que a gente estava precisando para esse momento. Ninguém gostaria que fosse assim, mas faz parte", completou.
A equipe não ganhava há oito jogos, e a vitória sobre o Palmeiras serviu para recuperar a confiança em um momento importante na temporada, dias antes do jogo da volta contra o Independiente Rivadavia, pelas oitavas da Libertadores. A partida acontecerá na terça-feira (18), às 19h(horário de Brasília), na Argentina. Na ida, os times empataram em 0 a 0.
"A gente tem total condição de impor nosso ritmo. Pela nossa grandeza, pelos jogadores e características que temos. Viemos com o pensamento de ter o controle do jogo. Sabemos que é um time difícil. Tem contra-ataque, bola parada. É semelhante ao que a gente enfrentou no sábado contra o Palmeiras. Vamos ter a iniciativa e buscar a classificação dentro dos 90 minutos, com muito respeito e atenção", concluiu.
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