Renê em ação durante treino do Fluminense, no CT Carlos CastilhoMarina Garcia / Fluminense FC
“Achei o grupo bem confiante. O gol (do Wesley Natã) deu uma esperança ainda maior. Nosso sentimento foi de que dá. Claro, do outro lado tem um adversário muito forte. E é um ponto forte deles jogar na sua grama, mas temos total capacidade de chegar lá e sair com o resultado”, declarou o defensor, em entrevista ao canal oficial do clube.
“Todos estão com esse mesmo pensamento, com essa confiança. Vai ser uma guerra e estamos prontos. É o Time de Guerreiros, não fugimos da luta. Vamos dar o nosso melhor”, completou.
Ele, porém, reforçou que não bastará só raça para buscar a vaga: “Estamos preparados, mas que seja uma guerra com inteligência. Sabemos que só na raça não vai ser fácil ganhar deles. Eles sabem jogar esses jogos mais brigados, disputados. É uma guerra com estratégia”.
Sonho de conquistar o título
“O sentimento é de gratidão por ter chegado até aqui. Falta muito pouco. Vamos levar confiança, fé e vontade para o jogo. Assim, temos muitas chances de passar”, disse.
O que esperar do Palmeiras
“(A forma como Palmeiras se portou na ida) não surpreendeu tanto, tínhamos nos preparado para essa linha de cinco um pouco mais retraída. Agora, acredito que podem mudar um pouco a postura. Mas como deu certo, também podem manter”, analisou o lateral-esquerdo.
“Temos essa dúvida, mas precisamos focar na nossa parte. Jogar o nosso futebol, fazer as nossas jogadas, ser um pouco mais agressivos no último terço e ter mais atenção nos contra-ataques. Isso vai nos ajudar independentemente do que eles forem propor. Vamos focar no que temos que ajustar. Assim, faremos um grande jogo fora de casa para buscar a classificação”, finalizou.

Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor.