Durante a fiscalização, o condutor foi questionado sobre a procedência do automóvelFoto: Reprodução de Vídeo da Polícia Civil

A compra de um carro por R$ 30 mil, paga em dinheiro e sem apresentação da documentação, terminou com a prisão em flagrante de um homem na tarde desta segunda-feira (26), em Macaé. O motorista, identificado pelas iniciais L.M.C., conduzia um Fiat Pulse branco com sinais identificadores adulterados, segundo a Polícia Civil.
A ocorrência foi resultado de uma ação conjunta entre agentes da 123ª Delegacia de Polícia (DP), em Macaé, e da Polícia Rodoviária Federal (PRF). O veículo foi localizado na Rodovia Amaral Peixoto, onde os policiais civis realizaram a abordagem. A operação contou com a coordenação dos delegados Pedro Emílio e Felippe Gomes.
Durante a fiscalização, o condutor foi questionado sobre a procedência do automóvel. Ele afirmou que havia comprado o carro aproximadamente um mês antes, pelo valor de R$ 30 mil, pago em espécie. Também informou que não possuía a documentação do veículo.
A falta dos documentos e as circunstâncias envolvendo a aquisição levaram ao encaminhamento do automóvel à delegacia para a realização de exames periciais. A análise técnica confirmou a adulteração dos sinais identificadores, conforme as informações divulgadas pela polícia.
Com o resultado da perícia, o homem foi preso em flagrante pelo crime de adulteração de sinal identificador de veículo automotor. A identificação das irregularidades foi determinante para a formalização da ocorrência.
Perícia confirmou irregularidades no automóvel
A verificação dos sinais identificadores é uma etapa importante para apurar possíveis irregularidades na identificação de veículos. Esses elementos permitem individualizar o automóvel e conferir sua correspondência com os registros oficiais.
No caso registrado em Macaé, a confirmação da adulteração ocorreu após o veículo passar por perícia. Antes disso, o motorista havia relatado aos policiais que adquiriu o Fiat Pulse branco cerca de um mês antes, por R$ 30 mil, em uma negociação paga em dinheiro, e que não tinha a documentação do carro.
As informações divulgadas pela Polícia Civil não detalham quais sinais identificadores foram adulterados nem esclarecem as circunstâncias da negociação ou a origem do automóvel. Por isso, esses pontos não podem ser considerados conclusivos com base nos dados disponíveis.
A prisão ocorreu em flagrante após a constatação pericial das irregularidades. A investigação e os procedimentos policiais são responsáveis por reunir os elementos necessários à apuração do caso, conforme as informações oficiais.
Polícia pede colaboração da população
A 123ª DP de Macaé também reforçou o pedido para que moradores compartilhem informações que possam contribuir com o trabalho policial. Denúncias podem ser enviadas pelo WhatsApp da unidade, no número (22) 98831-8043.
Segundo a divulgação da corporação, o sigilo do denunciante é garantido. O canal pode ser utilizado por pessoas que tenham informações relevantes para investigações conduzidas pela delegacia.
A equipe de reportagem do Jornal O DIA tenta contato com a defesa do homem preso. A matéria será atualizada assim que houver novas informações.