Uma das faixas está interditada ao trânsito para implantação da drenagem - Leonardo Simplício
Uma das faixas está interditada ao trânsito para implantação da drenagemLeonardo Simplício
Por O Dia
Niterói - As obras de alargamento da Avenida Marquês do Paraná, no Centro, entraram na segunda etapa esta semana com o início das intervenções na pista sentido Centro. Uma das faixas da via está interditada ao trânsito para os trabalhos de implantação da rede de drenagem. A Emusa informa que também estão sendo realizadas obras de adequação no trevo entre a Avenida Roberto Silveira e a Rua Miguel de Frias para a interligação das ciclovias da Marquês do Paraná e da Roberto Silveira. Agentes e operadores de trânsito estão orientando o trânsito na via. Na pista sentido Icaraí, as intervenções seguem agora nos ajustes finais da ciclovia e nas calçadas.
“Começamos concretar em vermelho a ciclovia na quarta-feira e devemos terminar nesta sexta. A obra está sendo executada em duas etapas para minimizar o impacto na mobilidade”, diz o secretário municipal de Urbanismo e Mobilidade, Renato Barandier.

O projeto da Prefeitura prevê a implantação de uma faixa exclusiva para ônibus em cada sentido da avenida, ciclovia bidirecional, parada de ônibus sobre o mergulhão Ângela Fernandes nos mesmos moldes arquitetônicos das estações da Transoceânica, calçadas acessíveis dos dois lados da avenida, novo paisagismo, melhorias na drenagem, iluminação de LED e sinalização para pedestres. O prazo para conclusão da obra é abril de 2020, mas a entrega da ciclovia foi antecipada.
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Para a realização da obra, a Prefeitura fez a desapropriação e demolição de mais de 50 imóveis no trecho entre as ruas Doutor Celestino e Miguel de Frias - que eram necessárias para o alargamento da via - e a implantação da ciclovia bidirecional. A reurbanização da Marquês do Paraná é a primeira a ser realizada com recursos obtidos através do modelo de outorga onerosa, que financiará ações do processo de requalificação do Centro: Estão sendo utilizados cerca de R$ 12 milhões já pagos por investidores que tiveram seus projetos aprovados para a região central da cidade.