Niterói: crime ocorreu no posto de trabalho e cadáver foi ocultadoReprodução/Internet
Natural do distrito de Inoã, em Maricá, Maximiliano desapareceu em 21 de fevereiro, após sair para trabalhar no expediente das 7h às 19h em um estabelecimento na Alameda São Boaventura, área interna do Horto Florestal do Fonseca. O que parecia ser um caso de sumiço ganhou novos contornos quando investigadores da DHNSG apuraram que o trabalhador, contratado pela Flystar Segurança e Vigilância, foi executado no próprio posto de trabalho.
As investigações apontam para um desentendimento trabalhista entre os envolvidos. Imagens de circuitos de monitoramento registraram o momento em que os suspeitos colocavam o corpo da vítima em um automóvel comercial. O cruzamento de dados realizado junto ao Centro Integrado de Segurança Pública de Niterói (CISP) confirmou que o veículo pertence à empresa de segurança dirigida por Marcelo.
A 3ª Vara Criminal da Comarca de Niterói expediu mandado de prisão preventiva contra Marcelo São Paio do Nascimento pelos crimes de homicídio qualificado, fraude processual e ocultação de cadáver. O investigado já acumula passagem pelo sistema prisional, com registro de prisão temporária por homicídio em dezembro de 2014.
Um segundo envolvido na ação, Bruno Cordeiro Gomes de Souza, de 37 anos, foi capturado por agentes da DHNSG em 13 de março, no bairro Aldeia da Prata, em Itaboraí. No entanto, seis meses após a execução, os restos mortais de Maximiliano ainda não foram localizados, mantendo a aflição dos familiares.
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