PF reforça segurança para chefes de Estado na final da Copa

Presidente argentina Cristina Kirchner ainda não confirmou presença na final no Maracanã

Por felipe.martins , felipe.martins

Rio - A festa de encerramento da Copa, no domingo, no estádio do Maracanã não dever ter muitos chefes de Estado. Até o momento, apenas nove autoridades que vêm de fora do país confirmaram presença ao Itamaraty, como a chanceler alemã Angela Merkel. A presidente da Argentina, Cristina Kirchner, até a noite de ontem, não estava na lista. A Polícia Federal, responsável pela segurança deles, informou que vai reforçar seu efetivo e usar aeronaves no esquema de escolta.

“Alguns chefes de Estado contarão, também, com a segurança aproximada de seus próprios países, policiais estrangeiros que poderão adentrar em território nacional armados, em virtude da expedição de porte temporário pela Polícia Federal”, informou a instituição por nota.

Cristina Kirchner não consta na lista para o jogo. Vladimir Putin e Angela Merkel participarão de encontro com Pezão%2C no Palácio GuanabaraReuters%2C Efe e Bloomberg

O encerramento da Copa não promete ser badalado para grupo de autoridades. O anfitrião da despedida, o prefeito Eduardo Paes, não programou recepção especial para os convidados vips. Já a assessoria do governador Luiz Fernando Pezão afirmou que ele vai receber os líderes dos países no Palácio Guanabara, no domingo. Não deu detalhes, no entanto, do encontro.

Finalista no Mundial, a Alemanha terá na torcida do Maracanã a chanceler e o presidente Joachim Gauck. Os dois já confirmaram a vinda ao Rio. Além deles, já avisaram ao governo federal que estarão no último dia do evento os presidentes Vladimir Putin (Rússia), Ali Bongo Odimba (Gabão), Joseph Michel Martelly (Haiti), Jacob Zuma (África do Sul), Denis Sassou-Nguesso (República do Congo) e os primeiros-ministros Viktor Orbán (Hungria) e Augustin Matata Ponyo Mapo (República Democrática do Congo).

Na lista de quem ainda deve desembarcar no Rio estão os presidentes Sauli Niinistö (Finlândia) e Teodoro Obiang (Guiné Equatorial) e os primeiros-ministros Freundel Stuart (Barbados) e Kamla Persad-Bissessar (Trinidad e Tobago).

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