Dionísio Lins: até quando os bate-bolas se enfrentarão?

O Carnaval vira palco de violentas batalhas

Por O Dia

A cada Carnaval, uma festa que deveria ser marcada pela alegria e descontração das pessoas, acaba por vezes tornando-se palco de violentas batalhas envolvendo grupos de bate-bolas. Esses indivíduos,
não todos, mas apenas uma pequena minoria que se utilizam do anonimato escondidos atrás de uma máscara, não estão ali para se divertir e sim para praticar atos de violência muitas vezes pré-agendados, culminando em brigas como o ocorrido recentemente no bairro de Rocha Miranda, na Zona Norte da cidade e até ceifando vidas de inocentes.

Acredito que esses incidentes poderiam ser amenizados se as autoridades municipais e estaduais tomassem medidas simples, como por exemplo, cadastrar os integrantes desses grupos de bate-bolas ou
Clóvis, como também são conhecidos, bem antes do Carnaval, facilitando dessa maneira sua identificação, já que esses grupos marcam verdadeiras batalhas campais através da internet com local e hora determinada para se enfrentarem.

O cadastro poderia ser feito na região administrativa local, na delegacia de polícia ou batalhão da Polícia Militar responsável pela área. Outra medida, talvezbdesagradável mas de grande valia, seria proibir definitivamente o uso de máscaras pelos seus integrantes.

Creio que essas iniciativas não iriam inibir nenhum tipo de manifestação cultural que fosse realizada na cidade, mas sim contribuir no quesito segurança para que todos, sejam moradores do Rio ou turistas, se sentissem bem mais seguro para circular pelos bairros sem o medo de se verem envolvidos no meio de um conflito entre verdadeiras "gangs" de mascarados, cujo único objetivo é o de levar terror para as ruas durante o reinado de Momo.

Para ser colocada em prática a ideia depende apenas da boa vontade de nossas autoridades, só assim, cidadãos de bem como você, estarãoblivres de ler no dia seguinte nas páginas de jornais, notícias tristes de jovens vítimas de atos de violência de pessoas covardes que se
escondem atrás de máscaras, máscaras essas que ao caírem revelam abverdadeira índole de cada um.

Dionísio Lins é deputado estadual (PP-RJ)

  A cada Carnaval, uma festa que deveria ser marcada pela alegria e descontração das pessoas, acaba por vezes tornando-se palco de violentas batalhas envolvendo grupos de bate-bolas. Esses indivíduos,
não todos, mas apenas uma pequena minoria que se utilizam do anonimato escondidos atrás de uma máscara, não estão ali para se divertir e sim para praticar atos de violência muitas vezes pré-agendados, culminando em brigas como o ocorrido recentemente no bairro de Rocha Miranda, na Zona Norte da cidade e até ceifando vidas de inocentes.
  Acredito que esses incidentes poderiam ser amenizados se as autoridades municipais e estaduais tomassem medidas simples, como por exemplo, cadastrar os integrantes desses grupos de bate-bolas ou
Clóvis, como também são conhecidos, bem antes do Carnaval, facilitando dessa maneira sua identificação, já que esses grupos marcam verdadeiras batalhas campais através da internet com local e hora determinada para se enfrentarem. O cadastro poderia ser feito na
região administrativa local, na delegacia de polícia ou batalhão da Polícia Militar responsável pela área. Outra medida, talvezbdesagradável mas de grande valia, seria proibir definitivamente o uso de máscaras pelos seus integrantes.
    Creio que essas iniciativas não iriam inibir nenhum tipo de manifestação cultural que fosse realizada na cidade, mas sim contribuir no quesito segurança para que todos, sejam moradores do Rio ou turistas, se sentissem bem mais seguro para circular pelos bairrosbsem o medo de se verem envolvidos no meio de um conflito entre
verdadeiras "gangs" de mascarados, cujo único objetivo é o de levar terror para as ruas durante o reinado de Momo.
  Para ser colocada em prática a ideia depende apenas da boa vontade de nossas autoridades, só assim, cidadãos de bem como você, estarãoblivres de ler no dia seguinte nas páginas de jornais, notícias tristes de jovens vítimas de atos de violência de pessoas covardes que se
escondem atrás de máscaras, máscaras essas que ao caírem revelam abverdadeira índole de cada um.

     Dionísio Lins - Deputado Estadual

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