PM morre baleado em tentativa de assalto no Engenho Novo

Cabo Leandro Jorge Cardoso Salomão estava de moto, quando foi abordado por bandidos na Rua 24 de Maio

Por O Dia

O cabo tinha 31 anos
O cabo tinha 31 anos -
Rio - Um PM morreu baleado, na noite desta terça-feira, durante uma tentativa de assalto no Engenho Novo, na Zona Norte do Rio. O cabo Leandro Jorge Cardoso Salomão, de 31 anos, estava de moto quando foi abordado por bandidos na Rua 24 de Maio, na altura da estação Silva Freire da SuperVia, por volta das 20h.
De acordo com a Polícia Militar, o cabo, que era lotado na Diretoria Geral de Pessoal (DGP) e estava cedido ao Tribunal Regional do Trabalho (TRT), tentou fugir do local, quando os criminosos atiraram contra ele. O PM foi atingido nas costas e morreu na hora. Ele não estava armado.
Agentes do Méier Presente foram os primeiros a chegar no local e chamaram o Corpo de Bombeiros, que constataram a morte do cabo. A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) foi acionada e fez a perícia no local.
O militar estava na PM desde 2012, era casado e deixa uma filha. Ele será sepultado às 11h desta quinta-feira, às 11h, no Cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap, na Zona Oeste.
A moto do policial não foi levada pelos bandidos. Ainda não há a informação sobre o paradeiro deles.

Galeria de Fotos

Cabo Leandro Jorge Cardoso Salomão morreu durante uma tentativa de assalto na Rua 24 de Maio, na noite desta terça-feira Arquivo Pessoal
A moto do PM não foi levada pelos bandidos Reprodução / Internet
O PM estava de moto quando foi abordado pelos bandidos Reprodução / Internet
O cabo tinha 31 anos Arquivo Pessoal
RECOMPENSA
Horas depois do crime, o Disque Denúncia divulgou que está oferecendo uma recompensa de R$ 5 mil para quem der informações que levem à prisão dos assaltantes.
Quem tiver qualquer informação pode entrar em contato através dos seguintes canais: WhatsApp do Portal dos Procurados: (21) 98849-6099; Facebook: www.facebook.com/procuradosrj; Disque Denúncia: (21) 2253-1177; ou ainda pelo aplicativo "Disque Denuncia RJ".
A entidade afirma que as informações são sigilosas e serão encaminhadas para o Grupo de Ação Conjunta (GAC), formado pela DHC e pela PM e que é encarregado do caso e que tem como prioridade prender os envolvidos na morte de agentes de segurança pública no Rio.
Recompensa é de R$ 5 mil - Divulgação / Disque Denúncia
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