A celebração acontece há 10 anos na Igreja do Sagrado Coração de Jesus em comemoração à data e segue o ritual católico, reunindo elementos da cultura afro-brasileira.
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Enquanto a missa era realizada, um grupo de conservadores conversou com o padre na tentativa de impedi-la. Houve uma confusão após a falha tentativa de impedir a missa e a polícia chegou a ser chamada. O padre conseguiu celebrar a missa afro, mas os integrantes permaneceram no local e fizeram orações em voz alta para atrapalhar.
A Polícia Civil ouviu testemunhas, o padre e os integrantes do grupo conservador. Felipe Machado Botelho, Alexandre Guimarães Botelho, Jonatas Santana da Silva, Bruno Farias Mendes e Álvaro Alberto Ferreira Mendes Júnior foram indiciados por intolerância religiosa e alguns por racismo.