Prefeito Eduardo Paes, no Palácio da Cidade - Luciano Belford / Agência O Dia
Prefeito Eduardo Paes, no Palácio da CidadeLuciano Belford / Agência O Dia
Por Thuany Dossares
Rio - O prefeito Eduardo Paes deu posse, na tarde desta sexta-feira, aos seus 24 secretários de governo e ao Procurador Geral, além dos novos subprefeitos e gestores de empresas, no Palácio da Cidade, em Botafogo, Zona Sul do Rio. Em seu primeiro discurso em uma das sedes do governo, Paes garantiu que não medirá esforços para conter a pandemia na cidade e conseguir vacinar os cariocas.


"O maior desafio é a saúde pública, milhares de cariocas sofreram com a perda de pessoas para a covid-19. Dedicarei meus esforços para trazer estabilidade e recuperar os serviços de saúde, conter a pandemia e organizar a vacinação da população, seguindo o Plano Nacional de Imunização", discursou.

Paes informou que ainda não há uma data para o início da imunização no Rio, mas ressaltou não ter preferência quanto às vacinas. O governo anunciará no próximo domingo o plano de enfrentamento a covid-19.

"Não tem como criar ainda muita expectativa. Estive conversando com laboratórios, o Pfizer e Moderna, entre outros. O que se tem de concreto no Brasil hoje é o Coronavac e, agora, finalmente saindo, a vacina da Fiocruz, com a Universidade de Oxford, são essas duas possibilidades. Espero que essa semana o Ministério da Saúde anuncie o seu Plano Nacional de Imunização e aí não me importa se é a vacina de Oxford, Coronavac, Fiocruz ou Butantã, os brasileiros precisam ser imunizados", declarou.

O prefeito contou que esteve na Fiocruz na semana passada, mas que datas ainda não foram anunciadas.

"Quero seguir o plano nacional e estou aguardando o Ministro Pazuello (de saúde) anunciar. De qualquer maneira a gente também tem direto um diálogo com o Instituto Butantã, conversei também com o governador (de São Paulo) João Doria. O que não vou permitir é que havendo vacina permitida e anunciada no Brasil, os cariocas não sejam vacinados", disse.