Adilson Oliveira Coutinho Filho, o AdilsinhoDivulgação
A denúncia, feita por meio da 2ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal Especializada do Núcleo Rio de Janeiro, enquadra Adilsinho como mandante da morte de Fabrício de Oliveira, assassinado em um posto de combustíveis em Campo Grande, Zona Oeste, no dia 2 de outubro de 2022, e Fábio Leite, morto dois dias depois no entorno do Cemitério de Inhaúma ao sair do enterro de Fabrício, que era seu sócio.
Além de Adilsinho, os executores José Ricardo Gomes Simões, Alex de Oliveira Matos, Daniel Figueiredo Maia e Átila Deive Oliveira da Silva também foram denunciados pelo MPRJ.
Ainda segundo a denúncia, as investigações demonstraram que os crimes foram ordenados por Adilsinho, impulsionado por "abjeto sentimento de ganância, relacionado às disputas entre organizações criminosas rivais pela exploração do comércio irregular de cigarros".
Quem é Adilsinho?
Dono de uma distribuidora de cigarros e charutos, Adilsinho foi apontado como líder de um grupo que monopolizou a venda de cigarros em diferentes pontos da Região Metropolitana. De acordo com investigações, entre setembro de 2019 e fevereiro de 2020, o bando obteve um lucro de mais de R$ 9 milhões.




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