Monalisa de Lima Simões, de 21 anos (à esquerda), e Monalisa de Amorim Pereira, de 30 anos (à direita)Reprodução/Redes sociais
Dias antes da localização do corpo, no domingo (12), o principal suspeito se entregou na 5ª DP (Mem de Sá). Bruno Lira de Lima já era alvo de três mandados de prisão por diferentes crimes, entre eles o feminicídio da ex-companheira Monalisa de Lima Simões, de 21 anos, morta a facadas em 2023, no Ceará.
Nas redes sociais, organizadores do movimento também reforçam o apelo pelo fim do feminicídio. "Queremos justiça pelas Monalisas. Família e amigos dizem não ao feminicídio", diz uma das publicações. Em outra, a mensagem afirma: "O agressor não muda, apenas aguarda o próximo ciclo".
Segundo familiares, Bruno se relacionava com as vítimas quando os crimes aconteceram. Foragido à época, ele se mudou para o Rio, onde iniciou um relacionamento com Monalisa de Amorim. De acordo com parentes, o casal chegou a morar junto na Rocinha, mas ele teria sido expulso da comunidade após agredi-la.

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