Maria Cecília Ribeiro, de 24 anos, e Jailton Rodrigues da Silva, de 45 anosReprodução/Redes sociais

Rio - Jailton Rodrigues da Silva, 45 anos, e Maria Cecília Ribeiro, 24, foram as vítimas fatais do grave acidente em que um carro caiu no Canal da Joatinga, na Barra da Tijuca, Zona Sudoeste, na madrugada de quinta-feira (25). Os dois eram naturais de Tamboril e Boa Viagem, respectivamente, e passavam alguns dias juntos na capital fluminense. Segundo a família de Maria Cecília, eles não eram namorados, mas mantinham uma relação de idas e vindas.
Conhecido pelo apelido de Jota, Jailton era discreto nas redes sociais. Ele morreu ainda na quinta-feira (25), no Hospital Municipal Lourenço Jorge. Assim como Maria Cecília, ficou preso às ferragens do veículo, que ficou submerso, e só conseguiu ser retirado com a ajuda das equipes de resgate.
"Sua partida deixa uma dor imensa em nossos corações, mas também lembranças que jamais serão apagadas", escreveu um amigo dele nas redes sociais. O corpo de Jailton foi sepultado na manhã desta sexta-feira (26), no Cemitério do Catumbi, na Zona Norte.

Já Maria Cecília foi encaminhada ao Centro de Terapia Intensiva (CTI), mas não resistiu aos ferimentos e morreu na manhã desta sexta-feira (26). O falecimento causou grande comoção nas redes sociais. Logo após a confirmação, amigos e familiares publicaram mensagens lamentando a perda.
"Não existem palavras para descrever a dor da sua partida. Eu não consigo acreditar. Obrigada por todos os momentos que vivemos juntas. Você será sempre lembrada com muito amor e carinho"; "Cecé, Deus te deu um bom lugar. Você lutou muito para sobreviver. Você sempre será lembrada por todos os amigos, familiares. Seu filho será bem cuidado, mesmo sem a sua presença", escreveram algumas amigas da vítima.
Em 2022, ela se mudou para o Rio de Janeiro com sua família e, no ano seguinte, teve o seu filho, atualmente com 3 anos. Ao DIA, a irmã dela, a professora Débora Ribeiro, descreveu a jovem como uma pessoa simpática, estudiosa, cheia de sonhos e amada por todos, além de bastante apegada à sua família. Cursava Biomedicina na capital fluminense, faltando menos de dois anos para concluir.

"Era uma pessoa de coração acolhedor, sempre pronta a ajudar os que dela precisassem e seu sorriso constante contagiava todos ao seu redor, tornando os dias mais leves", desabafou a irmã.
O corpo da jovem será sepultado no Ceará. Ainda não há previsão para o translado.