Antes e depois onde ficava a estátua de São CristóvãoDivulgação/Reginaldo Pimenta/Agência O DIA

Rio - A estátua de São Cristóvão foi furtada no Trevo das Margaridas, que liga a Avenida Brasil à Rodovia Presidente Dutra, na Zona Norte. O crime aconteceu na última sexta-feira (24), às vésperas da comemoração anual do santo.
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De acordo com a Secretaria Municipal de Conservação, o processo para a reposição do monumento já foi iniciado. A obra de bronze e concreto é do escultor Sérgio Bortoni, inaugurada em 1969.


Segundo o secretário de Conservação, Diego Vaz, só neste ano já são mais de R$ 250 mil gastos apenas com furtos e vandalismos de monumentos na cidade.

O caso foi registrado na Delegacia On-line e encaminhado à 27ª DP (Vicente de Carvalho), responsável pela investigação. Diligências estão em andamento para apurar os fatos.
Com essa estátua, sobe para 15 o número de monumentos alvos de depredação ou vandalismo em 2026, na cidade do Rio.
Outros casos
Em junho, a estátua do Curumim da Lagoa Rodrigo de Freitas, na Zona Sul, sofreu um novo furto. O monumento, que passou recentemente por uma extensa restauração, teve o arco e a placa informativa quebrados apenas 20 dias depois de retornar ao local.
Já em Niterói, a estátua de bronze em homenagem à atriz Leila Diniz foi furtada da orla da Praia de São Francisco. O desaparecimento da peça foi registrado no dia 25 de maio e o caso está sendo investigado pela Polícia Civil. No local, restou apenas a parte dos pés da escultura fixada na base.
Quem passa pela esquina das ruas Jardim Botânico e Pacheco Leão, na Zona Sul, também se surpreende ao notar que a estátua do escritor e jornalista Otto Lara Resende está danificada. O assento da cadeira e os livros que faziam parte da escultura foram furtados. 
Na mesma região, outra obra, a do comunicador José Abelardo Barbosa de Medeiros, o Chacrinha, que fica a cerca de 200 metros do local, também está sem os itens principais, como o bacalhau e o microfone.