Agentes cumpriram mandados em endereços na Zona OesteReprodução / TV Globo
As investigações tiveram início em março de 2024, quando uma mulher foi presa em flagrante enquanto retirava uma encomenda utilizando um documento falso no nome da verdadeira destinatária.
Após isto, a PF identificou a estrutura criminosa que monitorava os objetos postais de alto valor econômico, confeccionava documentos falsos e fazia a retirada fraudulenta das encomendas em diversas unidades dos Correios no Rio e em São Paulo.
De acordo com as apurações, o grupo atuava de forma estruturada e permanente, com divisão de tarefas entre responsáveis pela coordenação das ações, recrutamento de executores, fornecimento de documentos falsos, logística de transporte e distribuição dos produtos obtidos ilicitamente. O grupo criminoso teria agido ao menos 24 vezes, entre ocorrências tentadas e consumadas.
Os agentes buscam aparelhos celulares, computadores, mídias digitais, documentos, valores e outros elementos de interesse investigativo para aprofundamento das investigações e identificação de eventual participação de outros integrantes do grupo. Os materiais arrecadados passarão por perícia.
Segundo a PF, os investigados poderão responder, em tese, pelos crimes de furto qualificado mediante fraude e organização criminosa, sem prejuízo da apuração de outros delitos eventualmente identificados no decorrer das diligências.



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