São Gonçalo: homem foi encontrado no bairro Raul Veiga. Contra ele havia um mandado de recaptura expedido pela Vara de Execuções Penais (VEP) Reprodução/Disque Denúncia
O homem foi encontrado no bairro Raul Veiga. Contra ele havia um mandado de recaptura expedido pela Vara de Execuções Penais (VEP), determinando seu retorno ao sistema prisional. Segundo os registros da Polícia Militar, agentes do 7º BPM receberam informações do Disque Denúncia e iniciaram buscas na região. Durante a operação, a Sala de Operações do batalhão recebeu um alerta de um sistema de monitoramento equipado com tecnologia de reconhecimento facial. O equipamento teria identificado, na Rua Silvio Romero, em Alcântara, um homem com características compatíveis com as informações recebidas. Ainda de acordo com a PM, o sistema indicou que o homem estava cadastrado como evadido do sistema penitenciário.
Com o alerta, os policiais intensificaram o patrulhamento e localizaram Thiago Patrick Domingos Gaspar, conhecido como "Bernardo", na Rua Tiago Cardoso, esquina com a Rua Joaquim Laranjeiras, no bairro Raul Veiga. Durante a identificação, segundo a corporação, o homem teria informado aos agentes que estava foragido do sistema prisional.
Foragido não retornou após saída temporária
Após ser localizado, o homem foi levado para a 74ª DP (Alcântara), onde a ordem judicial foi confirmada. Em seguida, ele foi encaminhado para uma unidade do sistema penitenciário do Estado do Rio de Janeiro. O histórico policial citado no caso remonta a maio de 2017, quando Thiago, então com 20 anos, foi preso por policiais do 35º BPM (Itaboraí).
Segundo o registro da ocorrência, ele teria sido localizado no bairro Apolo II, em Itaboraí, dentro de um Renault Duster preto que havia sido roubado. Na ocasião, os policiais também apreenderam um revólver calibre 38, celulares e equipamentos de fisioterapia. Ainda conforme o registro, a vítima reconheceu Thiago como autor do roubo. O caso foi encaminhado para a 71ª DP (Itaboraí), onde ele foi autuado.
Condenação também envolve homicídio
De acordo com os autos, o episódio teria começado após uma acusação de furto de um celular pertencente à sobrinha do acusado. A vítima teria sido chamada para conversar, negado a acusação e discutido com o grupo. Ainda segundo o processo, a vítima teria sido agredida e subjugada antes de ser atingida pelos disparos. O corpo teria sido levado posteriormente para outro ponto do Jardim Marambaia e colocado em um valão. A condenação pelo homicídio ocorreu em 2022, quando Thiago já estava preso em razão do caso de roubo de 2017.
Recapturado ainda teria 13 anos de pena
As autoridades orientam que a população não tente abordar pessoas procuradas e encaminhe informações diretamente aos órgãos de segurança.

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