Sutilezas da mente

Às vezes, podemos até estar bem intencionados, mas isso não impede as consequências de nossos atos

Por O Dia

A mente é ardilosa e precisa ser comandada
A mente é ardilosa e precisa ser comandada - FreeImages.com

A mente é ardilosa. Pode produzir coisas incríveis ou nos levar a situações terríveis. É de sua natureza. Por isso precisa de alguém que a dirija com o devido discernimento. E, principalmente, qual é a nossa intenção?

Observe uma coisa simples, que parece acontecer com todo mundo: o ti-ti-ti, a popular fofoca. Às vezes, podemos até estar bem intencionados, mas isso não impede as consequências de nossos atos. Ao falarmos de alguém, estamos reforçando as características dessa pessoa, ou seja, ajudando-a ou prejudicando-a.

E será que o que falamos é realmente verdade? E, se for, é a melhor maneira de nos expressarmos? Nossas opiniões são carregadas de manias, preconceitos. Logo, não podem conter toda a verdade. As intrigas fazem parte da história da humanidade, em todos os seus departamentos. Todas as instituições estão permeadas desses exemplos deletérios que contrariam a essência dos ensinamentos de seus mentores mais nobres. Por que então insistimos nessa prática?

É um bom motivo para questionamento e reflexão. Mas lembre-se: tudo começa dentro de nós. A mente nos enreda num processo repetitivo de diálogo interno, do qual não conseguimos nos desvencilhar. Acabamos nos identificando com esse diálogo e nos perdemos. E contribuímos para que o outro se perca. Já não seria tempo pararmos com essa prática? O ambiente precisa de nós para se harmonizar. Podemos. Vamos!

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