A professora Mariana Silva, 47, vai desfilar no abre-alas da Mangueira - Gabriela Mattos / Agência O Dia
A professora Mariana Silva, 47, vai desfilar no abre-alas da MangueiraGabriela Mattos / Agência O Dia
Por GABRIELA MATTOS

Rio - Sexta escola a desfilar na Passarela do Samba neste domingo de Carnaval, a Mangueira traz o enredo "Com dinheiro ou sem dinheiro, eu brinco". Os integrantes da escola estão confiantes que verde e rosa ficará entre as cabeças e voltará no Sábado das Campeãs. 

"Sempre dá um frio na barriga, mas sábado voltamos", diz a professora Mariana Silva, 47 anos, que vai sair de colombina no abre-alas. Quem também está com um friozinho na barriga é técnica de enfermagem Katia Braga, 53, que desfila na ala das baianas. 

Katia Braga desfila na ala das baianas da Mangueira há 18 anos - Gabriela Mattos

"Essa energia e emoção nunca vão mudar. Foi na Mangueira que me reencontrei e consegui um emprego de carteira assinada. A escola virou minha família de verdade", afirma a veterana, relembrando que a experiência só conta na hora de vestir a fantasia, mas a ansiedade de entrar na Sapucaí é a mesma. Este ano, a ala das baianas homenageia os antigos carnavais e traz fotos de tradicionais baianas da escola, como Tia Ciata e dona Neuma.

A psicóloga Leslie Malandrino, 49 anos, desfila pela segunda vez na Mangueira. Ela veio do interior de São Paulo especialmente para o Carnaval. “Estive aqui em 2015, quando a Mangueira foi campeã. Estou esperançosa”, destacou Leslie, que veste uma fantasia de seresteiro.

A psicóloga Leslie Malandrino, 49 anos, desfila pela segunda vez na Mangueira - Gabriela Mattos

A procuradora Samia Barbieri desfila pela primeira vez na Mangueira e é conta que a participação é uma forma de homenagear o pai. “Estou muito emocionada. Meu pai era mangueirense e hoje estou aqui por ele. Antes eu desfilava na Portela e na Imperatriz”, contou Samia, que é carioca e mora no Mato Grosso.

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