Quando o cachorro precisa de adestrador - pexels
Quando o cachorro precisa de adestradorpexels
Por Larissa Sant'Ana

Considerados verdadeiros membros da família, os cães de hoje costumam mandar nos donos sem que eles percebam. A inversão de papéis cria uma relação de dependência de ambos os lados, o que não é saudável. O adestrador Bruno Moreno explica que cães possuem dois tipos de postura em relação aos donos: dominado e dominante.

Nessa segunda é que aparecem os comportamentos indesejados, que precisam ser corrigidos por um profissional. Não basta ensiná-lo a sentar, deitar e dar a pata se ele não obedece quando é realmente importante.

Entre os sinais de que o cachorro precisa ser adestrado estão: rosnar e beliscar (representam o início de agressividade); perseguir o próprio rabo; antissociabilidade (rosnar e atacar pessoas ou outros animais); latidos excessivos (pode significar agressividade, compulsão ou medo); puxar a guia no passeio; proteger objetos; comportamentos destrutivos (comer sapatos, móveis ou a própria caminha); e ignorar comandos.

Cada caso é tratado de uma forma diferente, com exercícios específicos, mas o objetivo é o mesmo: mostrar para o cachorro quem manda e acostumá-lo com o que for necessário. O resultado disso costuma ser uma relação mais saudável, já que o dono aprende qual é a forma correta de corrigir e falar com o cachorro - não adianta gritar, brigar e se estressar.

Vale lembrar que o adestramento não deve ser uma experiência traumática. Agressões e castigos, como prender o cão na maior parte do tempo, não fazem parte do treinamento. Adestrar pode significar estreitar os laços.

 

Bicho do leitor: conheça Bolota e Sapeca
Gatos Bolota e Sapeca
Gatos Bolota e SapecaArquivo pessoal
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As gatinhas da foto são do nosso leitor Antônio Carlos da Silva. Bolota e Sapeca vivem no Flamengo e foram adotadas quando eram filhotes. Já são seis anos de companheirismo e mimos. Antônio conta que nesse tempo elas se tornaram as donas da casa, apenas o deixam morar junto - a foto delas na cama diz tudo. Quer ver seu bichinho no jornal? Mande uma foto para [email protected] e conte um pouco sobre ele.
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Para substituir a alimentação
Alimentação natural para cachorros
Alimentação natural para cachorrosPixabay
Introduzir alimentação natural na vida do animal não significa somente comprar alimentos que considera saudáveis e oferecer para ele. Um veterinário especializado deve analisar o bicho para saber quais nutrientes, quantidade de carboidratos e fibras ele necessita. O cardápio varia a cada caso e a mudança da ração precisa ser gradual.
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De olho no ouvido
De olho no ouvido dos pets
De olho no ouvido dos petsPexels
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A otite está entre as doenças mais comuns em cães. Pode ser causada por diversos fatores (fungos, secreções, alergias). O bicho com a doença apresenta sintomas como coceira, cheiro forte e sensibilidade ao toque nas orelhas, além de balançar a cabeça com frequência. Por isso, as orelhas devem estar sempre limpas e secas. Aplicar soluções sem prescrição médica pode agravar o quadro.
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Pedágio Aumigo
No próximo dia 11 (sábado), a Cobasi vai arrecadar ração, caminhas, casinhas, medicamentos dentro da validade e produtos de limpeza para ajudar ONGs que estão passando dificuldades na pandemia. A ação ocorrerá em 50 lojas pelo Brasil, inclusive nas do Rio, das 9h às 18h. Quem doar receberá um cupom de 10% de desconto para compras nas lojas da rede.
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Xô, cheiro forte!
Quando o cheiro incomoda
Quando o cheiro incomodaPexels
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Mesmo que a caixinha do gato seja limpa com frequência, o cheiro forte de urina ainda insiste em aparecer. Existem alguns truques para evitá-los. Passar vinagre na caixa após a lavagem e colocar farinha de mesa ou bicarbonato embaixo da areia são alguns. Eles funcionam, mas é preciso cuidado. O vinagre deve secar antes da areia ser reposta; a farinha precisa ser trocada com frequência, caso contrário, o mau cheiro continuará; e o bicarbonato deve estar em pouca quantidade para evitar intoxicação.
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Excesso de fofura
Sabe o problema de pele do bicho que nenhum veterinário acha a causa? Pode ser obesidade. No sobrepeso, o organismo do pet fica inchado e pode gerar rupturas na pele. Um animal gordo pode até ser fofo, mas não é totalmente saudável.
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