Miniatura de @pedroatelie: pets no bolo de casamento - Arquivo pessoal
Miniatura de @pedroatelie: pets no bolo de casamentoArquivo pessoal
Por Bete Nogueira
Publicado 04/10/2020 07:00 | Atualizado 04/10/2020 10:03
Os tradicionais noivinhos de bolo têm ganhado um charme a mais: a representação dos pets que já fazem parte da vida do casal. Nada mais natural, já que estamos falando de uma celebração baseada no amor. Miniaturas de animais de estimação, em geral, estão em alta, segundo Pedro Henrique Cruz dos Santos Souza, de 25 anos, que modela as peças em biscuit.

Galeria de Fotos

Julinho Arquivo pessoal
Julinho (todo preto) e seu irmão de bagunça, Zeca Arquivo pessoal
Zeca Arquivo pessoal
Miniatura de Zeca, cachorro da Aline Arquivo pessoal
Miniatura de Julinho, cachorro da Aline Arquivo pessoal
Mais um cachorrinho a caminho @pedroatelie Arquivo pessoal
Bichos de Cinderela @pedroatelie Arquivo pessoal
Cavalo Maximus, da animação Enrolados @pedroatelie Arquivo pessoal
Missô e Sushi @pedroatelie Arquivo pessoal
Gatinho que virou prêmio em rifa da @gateiros_de_santa @pedroatelie Arquivo pessoal
Topo de de bolo @pedroatelie Arquivo pessoal
Duque @pedroatelie Arquivo pessoal
Miniatura de @pedroatelie: pets no bolo de casamento Arquivo pessoal
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"Os pedidos mais comuns nesse nicho são os pets acompanhando o dono, geralmente em topo de bolo de casamento, mas também tem uma procura grande de pessoas cujos animais já morreram e querem uma imagem para recordar. Na verdade, há pedidos variados. Já fiz um gato que foi um prêmio de rifa dos Gateiros de Santa, abrigo de felinos que fica em Santa Teresa".
Pedro, que é formado em Design de Interiores e há três anos trabalha com biscuit, produz cerca de 15 peças por mês, entre bichinhos, humanos e personagens. Para modelar, por exemplo, uma cópia de um cachorro, com todos os detalhes, é preciso ter fotos de diversos ângulos, "para pegar os detalhes que fazem a diferença".
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Guirlanda
Aline Melo, que conheceu o trabalho de Pedro através de amigos, resolveu, no último ano, fazer uma guirlanda de Natal diferente, que tivesse mais a ver com ela, apaixonada por bichos - ainda mais por Zeca e Julinho, prestes a fazerem 3 e 2 anos, respectivamente. Mas as miniaturas acabaram enfeitando a mesa de trabalho - mesmo agora, em home office, com eles pertinho o tempo todo. A tutora também havia encomendado a miniatura de uma "afilhada canina", Maia. A guirlanda não ficou pronta - mas, quem sabe, no Natal que está chegando?
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"O Zeca foi adotado em uma feira de filhotes. O Julinho, na segunda vez que o vi andando aqui pelas ruas, já decidi levar pra casa também. Não consigo imaginar minha vida longe dessa 'dupla de meliantes' (risos). Fiz um Instagram para que minha família, que mora em Salvador, possa acompanhar a vida deles a distância."
Quer ver mais fotos desses simpáticos e bagunceiros? Vai lá no Insta (@zecao_e_julinho).
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Beto, o anjinho da vovó Téia
Beto, da tutora Wal
Beto, da tutora Wal Arquivo pessoal
Os anjos são seres de luz enviados por Deus, certo? Então, conheça a história de Beto.
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"Nunca pensei em ter animais por falta de tempo. E porque minha mãe (Téia), hoje com 92 anos, caminha com andador em casa em função da osteoporose. Um animal pode ser um risco para tombos. Mas há dois anos ela sofreu uma queda e quebrou a perna, ficando três meses engessada. Assim que voltamos do hospital, um filhotinho passou a visitá-la na varanda do apartamento, que é térreo. Sempre às 14h30", relata Wal Ferrão.
"Ele passou a ficar cada vez mais tempo na varanda e o alimentávamos. Comecei a partilhar nosso convívio com o gatinho com as pessoas da ONG que eu dirijo, a Mães do Brasil, e todos me incentivam a adotá-lo. Dei nome de Bete, em homenagem a uma amiga da ONG. Depois, soube pelos vizinhos que era macho (obs.: Olha aí o sinal... o felino não fazia questão de demonstrar qual era seu sexo. Ou seja: ANJO!).
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Wal conta que essa fofura era disputada pelo pessoal do condomínio, mas era só com ela e a vovó Téia que ele ficava. O casal de vizinhos Antonio e Luciana ajudaram bastante no início, já que Wal não tinha experiência com pets. Eles viraram os padrinhos do Beto e, de repente, formaram todos uma família. 
"Beto se adaptou como sempre tivesse vivido conosco. Quando mamãe caminha pela casa, ele deita no chão e observa de longe. Virou o protetor dela. Bate e morde em quem se aproxima de mamãe. Entende tudo que ela fala e obedece. Como é gato criado por vó, ficou muito mimado e levado. Ele apronta o dia inteiro e se brigo, ele para na frente dela, olhar fixo, fazendo queixa de mim."
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Wal ainda diz que ele adora ficar ao nosso lado das duas quando elas estão meditando. Anjinho, né?
"Resumindo: virou a alegria da casa, ajudou mamãe na convalescença e no isolamento social. Trouxe o movimento que ela precisava. Hoje, não imaginamos a vida sem ele, que ainda me estimulou a me tornar protetora de animais", completa a tutora. 
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Gostou? O Beto está no Instagram @betogatodevo.

Galeria de Fotos

Beto, gato da vovó Téia Arquivo pessoal
Beto, gato da vovó Téia Arquivo pessoal
Beto, da tutora Wal Arquivo pessoal
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Como variar a refeição dos bichinhos?
Variando a refeição do pet
Variando a refeição do petPinterest
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O período de isolamento social gerou transformações na rotina das pessoas e, consequentemente, na dos bichinhos de estimação. Com a redução de passeios e a presença mais frequente das pessoas em casa, houve uma significativa diminuição da atividade do pet , impactando no ganho de peso. Oferecer uma alimentação equilibrada será o ideal para evitar problemas de saúde, incluindo os quilinhos extras.

As rações têm como principal objetivo oferecer uma alimentação equilibrada. São saudáveis, no entanto, não possuem variedade de sabores, não sendo completamente suficientes. "Isso faz com que os pets se sintam enfadonhos, recusando-se alimentar de modo completo. Os animais domésticos são muito estimulados por sabores", explica Hugo Fonseca, CEO da Mon Petit Chéri, empresa de gastronomia para pets.

"Uma das vantagens que a pandemia nos trouxe é a facilidade de poder fazer parte do dia a dia dos nossos pets e inclusive conhecê-los melhor, observar que aromas e sabores despertam mais o prazer pelo alimento. E ainda a possibilidade de pensar em opções que permitam a eles vivenciar a experiência da gastronomia além da ração", diz.

Para elaborar um alimento caseiro completo e balanceado, é necessário conhecimento específico em nutrição animal, de forma que esses alimentos, assim como as rações, tenham em sua composição todos os nutrientes essenciais para a espécie a qual se destina.

Por falta de conhecimento de tutores, a preparação desses alimentos caseiros segue premissas de nutrição humana. Isso pode causar uma série de deficiências nutricionais que comprometem a saúde deles. Portanto, um médico veterinário deverá ser consultado para informar quais os nutrientes ideais que o seu tipo de animal necessita e podem ser incluídas em uma possível dieta caseira. 

Sachês, latas, petiscos e líquidos: esses tipos de alimento seguem a mesma lógica das dietas caseiras. Devem ser prescritos por um especialista, que saberá qual é a melhor opção para o pet. São uma ótima opção de variação para o paladar do bichinho, já que podem ser úmidos e outras diferentes texturas.

A água é um nutriente essencial que deve estar presente na vida do pet já que as reações metabólicas dependem dela para ocorrerem. É essencial que tutores prestem atenção a esse fator.

Cães e gatos devem ter acesso à água potável todo o tempo. De forma geral, recomenda-se que cães e gatos ingiram entre 60 a 70ml de água por quilo de peso por dia. Outro alerta é que a ração seca tem umidade baixa, de 8% a 10%, e isso pode levar a problemas de saúde a longo prazo.
Comedor de grama
Meu cachorro come grama
Meu cachorro come gramaReprodução/Shutterstock
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Há vários motivos para isso. Pode ser instintivo, comem plantinhas porque estão algum tipo de mal-estar gastrointestimal: dor de estômago, gastrite, verminose, alimentação inadequada, diarreia, fezes muito ressecadas e cólicas intestinais. A ação pode agir forçado o vômito do que está causando mal ao cão.
A veterinária Lara Volpe, da Fórmula Natural, diz que acredita-se que esse comportamento do cão vem de seus ancestrais e que pode não estar relacionado apenas aos fatores estomacais e intestinais. A cor, o cheiro da grama já são particularmente atraentes para o cachorro, que pode colocar a grama na boca como simples forma de matar a curiosidade.

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Gracinhas da vida selvagem
Concurso Comedy Wildlife Photography 2020
Concurso Comedy Wildlife Photography 2020Divulgação/Thomas Vijayan
O concurso anual 'Comedy Wildlife Photography' já anunciou os 44 fotógrafos finalistas desta edição. A ideia é mostrar momentos engraçados dos bichos, aos nossos olhos, em seus habitas naturais. Os vencedores serão anunciados dia 27 de outubro, mas desde já, você pode curtir cliques incríveis, impossível não rir com as fotos! Confira em (www.comedywildlifephoto.com).
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Galeria de Fotos

Concurso Comedy Wildlife Photography 2020 Divulgação/Arthur Telle-Tiem
Concurso Comedy Wildlife Photography 2020 Divulgação/Krisztina Scheeff
Concurso Comedy Wildlife Photography 2020 Divulgação/Mano Shah
Concurso Comedy Wildlife Photography 2020 Divulgação/Mark Fitzpatrick
Concurso Comedy Wildlife Photography 2020 Divulgação/Olin Rogers
Concurso Comedy Wildlife Photography 2020 Divulgação/Yarin Klein
Concurso Comedy Wildlife Photography 2020 Divulgação/Thomas Vijayan
 
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Fique ligado! Dicas para a vacinação
Ja anunciamos aqui o início da campanha, e os postos fixos estão a todo vapor para imunizar seu pet. Seguem algumas recomendações.
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A imunização é exclusiva para cães e gatos acima de três meses de idade;
Fêmeas gestantes não devem ser vacinadas;
Cachorros devem estar de coleira e guia e os gatos em caixas de transporte apropriadas;
Só serão vacinados os bichos que estiverem sob a tutela de maiores de 18 anos;
Para quantitativos acima de 20 animais, a solicitação para vacinação deve ser registrada na Central 1746.

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Métodos caseiros para eliminar bolas de pelos
Se o seu bichano está com esse problema, existem umas alternativas caseiras. Uma delas é incluir mais fibras na alimentação, que vai melhorar a digestão do felino e ele conseguirá eliminar as bolas mais facilmente. Outra saída é usar manteiga, que funciona como laxante. Para fazê-lo comer, passe um pouco do alimento na pata que ele rapidamente irá lamber para limpar a região. Atenção, a manteiga é muito oleosa, então não exagere na dose. A malta, um derivado da cevada, favorece o trânsito intestinal do gato. Assim como a manteiga, passe a pasta na pata ou focinho do animal para ele lamber. A quantidade e frequência de uso deve ser determinada pelo veterinário.