Vitor Figueiredo se diverte durante suas aulas - Arquivo Pesoal
Vitor Figueiredo se diverte durante suas aulasArquivo Pesoal
Por RODRIGO TEIXEIRA

Saber inglês é fundamental para uma boa colocação no mercado de trabalho. Em algumas empresas, ter fluência no idioma é pré-requisito. Atores e artistas também estão empenhados em aprender outra língua e estão de olho em oportunidades internacionais. E esse interesse tem começado cada vez mais cedo. 

Vitor Figueiredo, ator que viveu o Tomaz na novela 'O Outro lado do paraíso', é aluno do curso de inglês Brasas. Com apenas 13 anos, ele investe no inglês porque sonha com uma carreira internacional.

"Eu acho que na minha profissão o inglês é importante para abrir muitas janelas de trabalho. Podendo falar inglês e sendo um bom ator eu posso, quem sabe, trabalhar em um filme de Hollywood e talvez ganhar o Oscar", destaca Vitor.

Gabriel Palhares concilia as gravações com o aprendizado de outra língua - Arquivo Pesoal

 

Também aluno do Brasas, o ator mirim Gabriel Palhares, que está no elenco do filme ‘Detetives do Prédio Azul 2’, já está dando os primeiros passos na carreira internacional. Com apenas 10 anos, ele sabe o que o idioma pode ser um diferencial na profissão.

“Eu sempre fui curioso com inglês, comecei a querer saber mais porque amo os musicais da Broadway, por isso comecei tão cedo. Acabei de gravar um programa chamado “Os Veganitos” em que tive que falar algumas frases em inglês. Tem um projeto de uma minissérie que eu tive que mandar um vídeo falando inglês, além de teste para musicais. A melhor coisa que estou fazendo é estudar desde cedo, porque sei que as oportunidades são muitas pra quem sabe falar o idioma”, finaliza Gabriel.

 

Fluência e pronúncia perfeita para quem começa cedo 

John McCarthy, diretor pedagógico do Brasas, esclarece que quanto antes a criança iniciar o estudo do idioma, maiores são as chances de adquirir fluência e uma pronúncia perfeita. O curso oferece turmas para crianças a partir dos 5 anos de idade e o ensino é feito de forma lúdica.

“Usamos todo um arsenal de técnicas. Engajamos ativamente os alunos a todo momento: eles não ficam sentados, quietos, prestando atenção enquanto o professor fala. Os menores, ainda sem exposição às formas escritas, produzem obras de arte, cantam, participam de brincadeiras físicas, movimentam-se pela sala, sempre falando inglês em relação ao que estão fazendo. Já as que estão aprendendo a escrever têm à disposição recursos audiovisuais, como quadro interativo, desenhos animados e músicas, além de participarem de brincadeiras com exercícios orais e ditados”, explica McCarthy.

 

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