Paraíso do Tuiuti foi a escola vencedora do Tamborim de Ouro 2018 - Fernando Grilli/ Riotur
Paraíso do Tuiuti foi a escola vencedora do Tamborim de Ouro 2018Fernando Grilli/ Riotur
Por O Dia

Rio - Com a ajuda dos leitores e uma bancada de cinco jurados, o troféu Tamborim de Ouro, que chega a sua 22ª edição, pede passagem mais uma vez. A partir das 20h de hoje, no site de O DIA, serão abertas as votações para os nove quesitos: Escola de Ouro; A Voz da Avenida; Comissão Sensação; Samba do Ano; Casal Nota 10; Baianas; Rainha; Bateria Show e ainda Os Donos da Rua. O público terá até terça-feira para participar. As escolas mirins também vão concorrer a voto popular em quatro categorias. A lista com os vencedores será divulgada na Quarta-Feira de Cinzas.

O corpo de jurados será o mesmo do ano passado, formado por especialistas de Carnaval: Bárbara Pereira, Alberto João, Aydano André Motta, Eugênio Leal e Fábio Fabato. Eles vão avaliar as 14 escolas do Grupo Especial e escolher a melhor agremiação em cada quesito, sem dar notas. A avaliação do júri será somada à votação popular no site para a escolha das campeãs por categoria.

Fabato pontua que neste ano está difícil de apontar uma escola favorita. "Como há muito tempo não se vê. Alguns enredos geram muita expectativa, como a Mangueira, que traz homenagem à Marielle. Portela fala de Clara Nunes, grande personalidade da escola, e outros que chamam muita atenção, com variedade enorme". Aydano também cita a Mangueira como a mais esperada do ano. "Tem o trabalho do artista mais importante da atualidade, que é o Leandro Vieira, que marcou um estilo muito interessante, aclamado pela crítica e pelo público".

Alberto endossa a competência dos enredos como o grande destaque. "Espero muito do enredo da Mangueira, Salgueiro, Unidos da Tijuca e do Paraíso do Tuiuti. As escolas entenderam que o sucesso do desfile começa pela boa escolha do enredo e do samba". Bárbara quer ver como as escolas vão se reinventar diante de tantas posições contrárias ao Carnaval. "Inclusive por parte do poder público que deveria fomentar essa manifestação cultural tão carioca". Eugênio segue a mesma linha. "O desfile precisa de uma revolução administrativa: transparência, modernidade, seriedade no cumprimento dos regulamentos e justiça no julgamento".

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