Spain's midfielder Andres Iniesta leaves the pitch at the end of the Russia 2018 World Cup Group B football match between Spain and Morocco at the Kaliningrad Stadium in Kaliningrad on June 25, 2018. / AFP PHOTO / OZAN KOSE / RESTRICTED TO EDITORIAL USE - NO MOBILE PUSH ALERTS/DOWNLOADS - AFP
Spain's midfielder Andres Iniesta leaves the pitch at the end of the Russia 2018 World Cup Group B football match between Spain and Morocco at the Kaliningrad Stadium in Kaliningrad on June 25, 2018. / AFP PHOTO / OZAN KOSE / RESTRICTED TO EDITORIAL USE - NO MOBILE PUSH ALERTS/DOWNLOADSAFP
Por

Enquanto o mundo se pergunta se a Copa da Rússia pode ter marcado o derradeiro capítulo de Cristiano Ronaldo e Messi na competição, Iniesta não alimentou especulações e confirmou a despedida da Espanha após a eliminação para os anfitriões nas oitavas de final. Com nomes de futuro pedindo passagem, como o francês Mbappé, de 19 anos, CR7, de 33, e Messi, de 31, deixam a dúvida no ar para a Copa do Catar, em 2022.

"Não é o momento para falar do futuro de treinador, jogadores, de um ciclo da seleção. Mas tenho certeza absoluta de que a seleção seguirá como uma das melhores do mundo com grandes jogadores. É um grupo fantástico, jovem, com enorme ambição para triunfar", driblou Cristiano Ronaldo.

Calado, Messi desembarcou na manhã de ontem em Barcelona, ainda vestindo roupas da seleção. Ele é um ponto de interrogação no processo de renovação, em caráter de urgência, da equipe Argentina. Com o peso de toda uma nação nas costas, o camisa 10 não foi sombra do gênio do Barça e provou que é impossível resolver todos os problemas sozinho.

No auge da forma física, técnica e mental, Cristiano Ronaldo reforçou a teoria de que o coletivo tem se sobreposto ao individual na Rússia. Na última década, ele dividiu o reinado da bola com Messi, com cinco títulos de melhor do mundo para cada um. Para ganhar uma Copa, porém, é preciso mais. Muito mais. Sem dúvida alguma, o título mais importante do futebol é o que os separam do olimpo onde habitam lendas como Pelé, Maradona, Beckenbauer...

Com 17 jogos e sete gols em quatro Copas do Mundo, Cristiano Ronaldo tem um quarto lugar em 2006, na Alemanha, duas eliminações nas oitavas de final, em 2010 (África do Sul) e 2018 (Rússia), e uma na fase de grupos, em 2014 (Brasil). Messi fez menos gols seis em 19 jogos , mas disputou a final e foi eleito o melhor jogador da Copa de 2014. Ainda disputou as quartas de final em 2006 e 2010, e caiu para a França nas oitavas, na Rússia.

Os números nem se comparam à grandiosidade do que os dois fizeram com as camisas de Real Madrid e Barcelona, mas não diminuem o brilhantismo e a genialidade da dupla. Seja por idade, pressão ou motivação, grandes nomes já anunciaram o adeus na Copa de 2018: Iniesta, de 34 anos, campeão em 2010 pela Espanha, Mascherano, de 34, e Rafa Márquez, de 39, com cinco Mundiais no currículo...

Neymar, Mbappé, Philippe Coutinho, Kane, Hazard, Griezmann... O futebol é grato e saúda a nova e promissora geração.

Você pode gostar
Comentários