Paulinho deixa o Barcelona e retorna para clube chinês

Jogador deixa o clube espanhol depois de apenas uma temporada

Por ESTADÃO CONTEÚDO

Paulinho volta para o futebol chinês
Paulinho volta para o futebol chinês -

Guangzhou - Dois dias após a eliminação da seleção brasileira na Copa do Mundo da Rússia, o volante Paulinho acertou o seu retorno ao Guangzhou Evergrande, da China Neste domingo, o clube chinês oficializou o regresso do brasileiro por meio de seu site oficial.

Paulinho aguardava o final da participação do Brasil no Mundial para definir oficialmente o seu futuro. Após a eliminação, o volante deixou a Rússia e foi a Barcelona para negociar a sua transferência - neste domingo, somente sete atletas e a comissão técnica desembarcaram no Rio de Janeiro.

Os valores do negócio não foram divulgados pelo clube chinês, mas especula-se que o brasileiro tenha sido contratado por 50 milhões de euros (R$ 227 milhões), 10 milhões a mais do que o Barcelona pagou por ele há um ano. Além disso, os vencimentos de Paulinho representarão o dobro em relação à primeira passagem do brasileiro pelo futebol chinês.

Paulinho jogou pelo Guangzhou Evergrande de 2015 a 2017. Ele retorna à equipe comandada pelo técnico italiano Fabio Cannavaro e que também conta com os brasileiros Ricardo Goulart, Alan e Anderson Talisca, após uma temporada no Barcelona. Na Espanha, começou bem e, apesar de ter sido o quarto artilheiro da clube catalão na temporada com nove gols, perdeu espaço nos últimos jogos.

O seu papel secundário em partidas decisivas no time catalão, como as quartas de final da Liga dos Campeões da Europa contra a Roma, em que não foi teve chance de atuar, e a iminente chegada de Arthur, que teve a sua saída antecipada do Grêmio a pedido do Barcelona - ele, inclusive, já se despediu do time gaúcho e deverá chegar na Espanha nos próximos dias -, aceleram a saída do jogador do futebol espanhol.

Pela equipe asiática, o ex-jogador do Corinthians conquistou duas edições do Campeonato Chinês, uma Liga dos Campeões da Ásia, uma Copa da China e também uma Supercopa. Na Rússia, não conseguiu repetir as atuações das Eliminatórias Sul-Americanas e marcou um gol no torneio - contra a Sérvia -, tendo sido um dos jogadores mais contestados da seleção do técnico Tite.

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