
"Temos hábito de ouvir música para descontrair. Ouvimos uma música que não era do Flamengo. Falava de Flamengo, Vasco, Fluminense e Botafogo. Falava dos grandes cariocas. Foi um funk local que não ganhou projeção nacional. Acho que na parte que falava do Flamengo, minha voz se sobressaiu. O Peter me chamou depois. Estava ele e o Mário, que hoje é o presidente, na sala. Atribuíram ao Emerson", disse o ex-atacante, antes de completar:
"Acho que foi um mal-entendido, não guardo maus sentimentos. Semanas depois, encontrei o presidente na escola que meu filho estudava. Sentamos uma vez na reunião de pais um do lado do outro. Conversamos, nos acertamos. Encontrei o Mário em reunião dos clubes lá no Corinthians ano passado. Até brincamos sobre isso. Ficou, até hoje a galera fala, brinca que eu cantei a música do Flamengo no ônibus do Fluminense. Mas muita gente estava cantando e a culpa caiu aqui no moreninho, no pretinho (risos)", encerrou.





