NeymarAFP

Rio - O atacante da seleção brasileira e do PSG, Neymar, de 30 anos, será intimado pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) para depor, como testemunha, no âmbito de uma operação que investiga um grupo suspeito de agiotagem, receptação de joias e pedras preciosas e lavagem de dinheiro. As informações são do portal "G1".
Segundo a corporação, Neymar recebeu duas joias de um dos alvos da operação. O camisa 10 não é considerado investigado na ação, porém, deve esclarecer o envolvimento com o grupo e se tinha conhecimento das atividades ilícitas cometidas pelos investigados. 
Até o momento, três pessoas já foram presas. Um outro suspeito conhecido como Eduardo, que tem fotos ao lado do craque do PSG, está foragido. Além de Neymar, outros jogadores como Daniel Alves, que está preso acusado de estupro em Barcelona, e Kyllian Mbappé também se relacionavam com Eduardo.
A Polícia Civil afirma ainda que o grupo fazia empréstimos a juros superiores aos permitidos legalmente e cobrava os valores mediante ameaças. Nas cobranças, o grupo também exigia transferência e entrega de veículos como garantia, de acordo com a corporação. 
Os alvos da operação são donos de um cassino de pôquer em Águas Claras, onde também ocorriam os esquemas de agiotagem, principalmente entre os jogadores que se endividavam durante as partidas. De acordo com as investigações, o grupo movimentou R$ 16 milhões, entre 2019 e 2021.