Messi levantou a taça da Finalíssima em 2022Andrew Couldridge / Reuters
O confronto reuniria os campeões continentais de 2024. De um lado, a Espanha, vencedora da Eurocopa. Do outro, a Argentina, campeã da Copa América. O duelo estava previsto para o dia 27 de março, em Doha, mas a guerra no Oriente Médio inviabilizou o evento no país e abriu um debate sobre um novo local para a disputa.
A partir daí, as negociações passaram a envolver divergências entre a Associação do Futebol Argentino (AFA) e a Real Federação Espanhola de Futebol (RFEF), além da própria Uefa, que buscou alternativas para manter a disputa no calendário.
Uma das propostas foi transferir o jogo para o Estádio Santiago Bernabéu, em Madri, na mesma data, com divisão igual de ingressos entre torcedores das duas seleções. A ideia contou com apoio do Real Madrid, dono do estádio, mas acabou rejeitada pela AFA.
A Uefa ainda buscou confirmar a possibilidade de realizar o confronto em um campo neutro na Europa, seja em 27 de março ou três dias depois, no dia 30. A federação argentina, porém, não aceitou a proposta. Como contraponto, sugeriu que o duelo fosse disputado após a Copa do Mundo, mas a Espanha informou que não teria datas disponíveis no calendário.
Criada a partir da parceria entre Uefa e Conmebol, a Finalíssima reúne os campeões da Europa e da América do Sul em uma partida comemorativa entre as duas confederações. A primeira edição foi disputada em 2022, quando a Argentina venceu a Itália por 3 a 0 no Estádio de Wembley, em Londres.
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