Éder Militão sentiu dores na coxa esquerda na vitória do Real MadridThomas Coex / AFP

Éder Militão não voltará aos gramados antes de setembro e está fora da Copa do Mundo de 2026. É o que garante o jornal espanhol 'Marca', que deu detalhes sobre a decisão do defensor do Real Madrid e da seleção brasileira de passar por cirurgia após nova lesão na coxa esquerda.
Com a escolha, o tempo de recuperação aumenta de forma significativa, com previsão de afastamento de cerca de cinco meses. A operação será na Finlândia e ficará sob responsabilidade de Lasse Lempainen, médico renomado internacionalmente por atuar em casos semelhantes.

O motivo da decisão de Militão

O problema físico surgiu durante a vitória por 2 a 1 sobre o Alavés. Exames posteriores confirmaram a grave lesão, levando o atleta e o departamento médico a discutirem as opções.
Antes de definir pela cirurgia, Militão considerou um tratamento conservador, que permitiria retorno em aproximadamente cinco semanas e a chance de ir à Copa do Mundo. Essa alternativa, porém, foi descartada pelo risco elevado de o jogador sofrer uma nova lesão na coxa esquerda, com chance de ser ainda mais grave.

Sequência de lesões atrapalha carreira

O novo problema físico amplia o histórico recente de Militão. Esta é a terceira lesão na temporada, o que o fez atuar apenas em 24 partidas.
Nos últimos quatro anos, o jogador também enfrentou problemas graves nos dois joelhos. Em agosto de 2023, sofreu ruptura do ligamento cruzado anterior do esquerdo e ficou fora até março de 2024.
Pouco tempo depois, em novembro daquele ano, voltou a ter lesão semelhante, desta vez no joelho direito, com danos nos meniscos, o que o tirou de ação até julho de 2025.