Presidente da Fifa, Gianni InfantinoAlfredo Estrella / AFP

Rio - A Fifa anunciou na manhã da terça-feira (28) que pretende vender os direitos da Copa do Mundo, e para isso seria criada uma empresa privada, que se tornaria responsável por administrar todas as competições da entidade. Horas após o comunicado, a Uefa postou um posicionamento público contrário, e internautas de todas as regiões do mundo apoiaram a instituição europeia.
A Uefa publicou a seguinte nota: "Isso cruza uma linha que as instituições governamentais do futebol nunca deveriam cruzar. A UEFA leva isso extremamente a sério. Toda Associação Nacional de Futebol também deveria. Todo stakeholder também: ligas, clubes, jogadores, torcedores, governos e todos que se importam com o futuro do esporte.

A alma e a governança do futebol não são ativos para negociar — especialmente com zero transparência quanto a quem ganha financeiramente. Nenhum de nós é dono do futebol. Não cabe à Fifa vendê-lo".
Um usuário no 'X', antigo Twitter, escreveu: "É a hora de se afastar dos chefes da FIFA, todos os fãs estão do seu lado. Quero só ver como a FIFA se sai sem as seleções europeias".
Outro foi além: "A UEFA e as associações de futebol deveriam deixar a FIFA e criar um novo órgão, já deu de tanta coisa escondida por trás dos panos, não só o Infantino, mas todos seus antecessores seguem essa linha".
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*Reportagem do estagiário João André Pombo, sob supervisão de João Alexandre Borges